Resenha: Comer, Rezar, Amar.


Editora: Objetiva
Preço: R$29,90 na Saraiva.
Sinopse: O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.

Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.

Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. “Comer, Rezar, Amar” é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. “Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas”, explica. 

Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente. 

Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor. 

Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, “Comer, Rezar, Amar” originou o roteiro do filme homônimo.

Esse livro tem uma leitura muito dinâmica, leve, direta. Cheia de reflexões que nos fazem parar. Confesso que li as duas primeiras partes: “Comer, Rezar” em menos de 1 semana. Mas demorei quase um mês para encarar o “Amar”. Talvez porque o prazer mundano e a devoção religiosa já sejam parte de mim, atuantes. Mas encontrar meus verdadeiros desejos e me entregar ao amor devem ser as tarefas mais difíceis que eu posso pensar ou enfrentar. Dito e feito, a leitura da última parte do livro foi difícil, não pelo livro, mas pelas reflexões que fui obrigada a fazer.
Costumo ser muito crítica com livros de auto-ajuda pois me irritam os que tem filosofia de botequim. Mas esse eu recomendo, e muito!
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Resenha: A Epidemia



Título Original: The Crazies
Lançamento: 2010 (EUA)
Direção: Breck Eisner

Duração: 101 minutos

Gênero: Terror
 

SINOPSE:

Depois que uma pequena cidade foi exposta a um misterioso vírus ou arma biológica, a insanidade começa a tomar conta do local. O exército toma de assalto a cidade e, sem saber o que se passa, o xerife David Dutton (Timothy Olyphant), sua esposa Judy (Radha Mitchell) e outros moradores lutam com todas as forças para sobreviver ao ataque dos habitantes, que se tornaram frios assassinos e zumbis sedentos de sangue.


Sou suspeita para falar de qualquer filme que seja estrelado pelo Timothy Olyphant pois ele é maravilhoso: lindo, inteligente e excelente ator. Aí, além de colocar ele como ator principal o diretor ainda faz um filme com meu segundo tema predileto: armas biológicas! Acabou, adorei o filme! A história é plausível, com toques de insanidade (afinal escapar de uma base militar não é a coisa mais fácil do mundo!). A atuação dos atores foi muito legal. Não espere a história mais surpreendente do mundo pois ela não é. Ao contrário é uma história previsível e superbatida. Aliás os militares nesses filmes são retardados como em todos os filmes do tipo que já vi (vai entender essa idéia americana de militares retardados). Recomendo o filme para quem curte o gênero.

Observação: Todos os posteres desse filme que eu achei eram horríveis. Esse foi o único que reflete razoavelmente esse filme.

E fechamos com 
Timothy Olyphant que vale super a pena!

Resenha: Um Motivo para Viver

Autor: SCHELLIDA
Editora: LUMEN
Gênero: Romance
ISBN: 858647472X
Número de páginas: 532
Preço: R$32,17 na Mega livros
Sinopse: Raquel nasceu em uma fazenda, numa pequena do Rio Grande do Sul. Moraa com o pai, a mãe, três irmãos e o avô, um rude e autoritário imigrante clandestino da antiga Polônia russa. Na mesma fazenda, mas em outra casa, residia seu tio Ladislau, com a mulher e três filhas.
O drama de Raquel começou por volta dos nove anos, quando então passou a sofrer os assédios de Ladislau, um homem vil e sem escrúpulos, mas dissimulado e exibindo-se a todos de modo digno e soberano. O tempo foi passando, até que uma dolorosa tragédia aconteceu e um grande segredo foi revelado, o que mudaria para sempre a vida de Raquel.
Um Motivo para Viver é um livro emocionante, delicado, com leitura dinâmica, que nos remete a muita reflexão. A história envolvente não tem previsibilidade e é capaz de nos fortalecer como seres humanos e filhos de Deus. Esse livro me emocionou muito, tocou fundo meu coração e me auxiliou. Vale a pena ler. 

Resenha: A Cabana



Autor: William P. Yung
Editora: Sextante

ISBN: 9788599296363
Ano: 2008

Número de páginas: 240

Sinopse: “Esta história deve ser lida como se fosse uma oração, a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana.” – Michael W. Smith

Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A Cabana revelou-se um desses livros raros que, por meio do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público: já são quase dois milhões de exemplares vendidos.

Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas em uma cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo em uma tristeza profunda, causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime em uma tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo tão cruel e injusto, A Cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar a sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.

Esse livro é maravilhoso! Perfeito. me emocionou muito e eu realmente acredito que mereça tudo e mais um pouco do se falou dele. As reflexões oferecidas, as lições de amor, perdão e fé. O afastamento de Deus e o retorno à Ele. É um livro que, para mim, foi além de religiões e foca o mais importante, a relação do Homem com Deus. Recomendadíssimo.
É um livro para além da leitura, é um livro para refletir.

Resenha: O Corpo Fala



Autor: Pierre Weil & Roland Tompakow
Editora: Vozes
ISBN: 8532602088
Ano: 2001
Número de páginas: 288
Sinopse: O livro tenta desvendar a comunicação não-verbal do corpo humano. Analisa, em primeiro lugar, os princípios subterrâneos que regem e conduzem o corpo.
Esse livro é fantástico. Adoro a clareza e objetividade. Não é daqueles livros que prometem e não cumprem.  Aqueles que ficam somente na teoria. Não, ele realmente ensina, dá dicas, sugestões, exemplos. Recomendo para aqueles que realmente desejam conhecer a Linguagem Corporal.

Resenha: Nosso Lar


Título Original: Nosso Lar
Lançamento: 2010 (Brasil)
Direção: Wagner de Assis
Atores: Renato Prieto, Fernando Alves Pinto, Othon Bastos, Paulo Goulart.Duração: 102 minutos
Gênero: Drama
Site: Nosso Lar SINOPSE:Ao abrir os olhos André Luiz (Renato Prieto) sabe que não está mais vivo, apesar de ainda sentir sede e fome. Ao seu redor ele apenas vê uma planície escura e desértica, marcada por gritos e seres que vivem na sombra. Após passar pelo sofrimento no purgatório, André é levado para a cidade de Nosso Lar. Lá ele tem acesso a novas lições e conhecimentos, enquanto aprende como é a vida em outra dimensão.


Eu já tinha lido o livro e o filme não deixou nada a desejar, exceto talvez pelo roteiro que foi fraco comparado á densidade do livro. Muito mais poderia ter sido feito, falado, mas no mais o filme está muito bom. E é natural que o filme não seja completo como o livro, mas o trabalho foi muito bem feito. As cenas de ação foram muito bem feitas, não deixou nada a desejar para filmes hollywoodianos. Os atores trabalharam muito bem. Esse filme revelou o quanto o cinema brasileiro tem evoluído.