Arquivo | junho 2011

Resenha: Enfim Magra, e agora?


Título: Enfim magra, e agora?
Autor: Bruna Gasgon
Editora: Jardims dos Livros
Páginas: 103
Preço médio: R$19,90
Ontem fui ao cinema com minha família para assistir Carros 2, e enquanto esperávamos o horário do filme lá vamos nós para uma livraria pesquisar as novidades. E meu irmão me aparece com esse livro. Rsrs. Vou explicar que meu irmão não consegue entender a guerra feminina com a balança e esse livro cai como uma luva para mim e a esposa dele.Então eu li e agora vou dar para minha cunhadinha. Rs.
Enquanto as mulheres se matam nas academias e passam fome só para usar roupas tamanho 38, os homens, cada vez mais, adoram mulheres que usam os tamanhos 42 e 44. 

Segundo pesquisas, as mulheres fazem todos os sacrifícios do mundo para serem magras, não para agradarem os homens, mas para competirem umas com as outras. Uma mulher, quando vai a uma festa, por exemplo, não se arruma para o namorado ou marido, e sim para as outras mulheres que estarão presentes. Elas ficam magras e se arrumam inteiras para causar inveja às inimigas e para competir com as amigas, e não para agradar os homens. As mulheres ainda não se deram conta de uma coisa: as amantes são sempre mais gordas que as esposas. Este livro propõe uma refl exão realista e sem pudores sobre estar acima do peso, mas com saúde, e pretende estimular aquelas que acham que estão gordas a sentirem-se gostosas e desejadas, explorando todas as vantagens de ter muitos quilos a mais.”


Novamente é um livro rápido, você pode ler ele em 1 hora, talvez um pouco mais. Nada complexo. Levemente repetitivo. Ao contrário do que o título sugere e de encontro com a ilustração, a autora deixa bem claro que o padrão de beleza dela é o da época de Marilyn Monroe, quando as mulheres eram mais rechonchudas.
[Foto: DRX]
Logo ela fala sobre a relação pesoXmulher. Tanto as magrinhas que querem engordar, quando as gordinhas que querem emagrecer. Afinal, toda moeda tem dois lados.
Embora seja uma leitura rápida, levemente maçante em alguns momentos, eu gostei muito da idéia central da autora, que é mostrar que não é o peso que define nossa beleza. Afinal, tem coisa mais feia que aquelas mulheres magérrimas cujas pernas parecem dois palitos?
Recomendação:
  • Qualquer mulher que enfrente a balança
Avaliação: 6.
Além de cumprir o que promete, o livro apresenta uma visão velha nova sobre o peso feminino e, se não ajudar algumas mulheres a desencucar, pelo menos vai lhes render algumas reflexões.
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A diferença entre gostar de sexo e putaria

[Qualquer relacionamento é dois. E tem que ser bom para os dois.]
Tem mulher que confunde gostar de sexo e ser usada para sexo.
E no momento atual, em que uma manada de mulheres aceitam os mandos e desmandos de moleques, como se a palavra deles fosse lei. Em que os homens não precisam sequer demonstrar interesse pois já tem um bocado de mulheres à disposição, feito cãezinhos adestrados, prontas a lhes atender a vontade, essa situação só faz piorar.
Vamos lá, gostar de sexo é natural, é saudável, é bom, faz bem à auto-estima e ao relacionamento.
Ser usada para sexo não é natural, não é bom, não faz bem à auto-estima e f@de o relacionamento.
Como diferenciar? Fácil. 
1º O horário:
Observe se o(s) cara(s) te liga(m) em horários tipicamente para sexo. Leia-se aqui, almoço (esse costumam ser bem diretos), tarde da noite, chegando ao cúmulo de ligar pela madrugada. Normalmente ele nem se dá ao trabalho de seduzir você. Você pode até esperar a sedução da primeira vez que isso ocorrer, poderá ficar chocada, magoada, mas aí você vai assim mesmo. Pronto ele já sabe que para você é mais importante que ele tenha sexo, que você se sentir valorizada.
É comum também que o(s) cara(s) passe(m) a entrar em contato com você apenas para isso.
2º O Programa
1ª opção: Após um bom tempo de convivência de namoro, pegar um filminho na locadora e assistir em casa com o namorado é super comum. No início do namoro? O cara está testando se você vai ser uma fonte de sexo fácil para ele. Engano meu? Não. Realidade mesmo. isso porque após um tempo de namoro o combo filme+casa não termina, necessariamente em sexo. Mas no início do relacionamento, o cara não vai esperar nem terminar os trailers para começar a te agarrar.
2ª opção: Almoço ou jantar em lugares estratégicos (leia-se caminho de motel). Acredite homem não se engana. Aqui em Brasília o cara leva a garota para “comer” no Flamingos Shopping, que por sinal fica no mesmo terreno do Flamingos Motel. Claro que isso é só coincidência. ¬¬
3º A Atitude
Ele não se esforça para ir até você, ele espera que você vá até ele. Ele te liga dizendo que quer te ver. Mas não propõe horário, local nada. A mulher não se toca do golpe, e se diz que vai na casa dele. Oras bolas, pronto, tá comida! E se você sugerir um programa ele vai dizer que tá muito atribulado, cheio de serviço, com compromisso marcado, etc e tal. Ele só quer uma rapidinha sem esforço.
Outra versão desse golpe é ele aparecer de surpresa na sua casa, dizendo que estava morrendo de saudades, às vezes com um filminho na mão, às vezes querendo entrar só para matar a saudade. Se você convencê-lo a sair, observe que ele estará mal-humorado o tempo todo…
4º O Sexo
O prazer dele virá em primeiro lugar. Se for um cara esperto te dará prazer depois, se for idiota, vai parar nele mesmo. E você ficará chupando dedo, ou no dedo. O cara quando tá a fim de verdade, sabe que tem que agradar para ter a chance de uma segunda vez. E mulher que gosta de sexo EXIGE esse comportamento do carinha em questão. Sexo é dois… Então o prazer tem que ser para dois. 
Claro que essas são 4 situações generalizadas, mas são as mais comuns nas quais vejo colegas e amigas caírem, como patinhas na abertura da temporada de caça.
Então meninas, fiquem atentas. Ele também tem que:
  • se emperequetar no 1º encontro;
  • liberar um espaço na agenda para se encontrarem;
  • ligar para você;
  • propor encontros;
  • tem que se esforçar para conquistá-la;
  • ser pontual nos compromissos assumidos com você;
  • dar prazer a você;
  • respeitar suas opiniões;
  • elogiar você (e em aspectos que não sejam sua aparência e/ou performance sexual.
Pense nisso: Se você se esforçar demais para agradar um homem, acabará agradando de menos a sim mesma. Você está em primeiro lugar.

Por que o Chocolat Avec des Lettres parou?

[As chamas podem se tremular e desaparescer às vezes, 
mas logo voltam a arder, mais quentes que nunca!]

É, há um tempo que este blog vem esmorecendo. O tempo passa, a gente muda. E esse blog foi criado por paixão. Deslavadamente paixão entre duas pessoas. Este não é um blog amigo. É um blog de amor, de desejo, de sexo, de sensualidade, de felicidade e de amor.
Engraçado como nada além de amor funcionou aqui. Quando meu coração fica parado, hibernando, o blog também para, hiberna. Então num desatino ele volta, louco e intenso novamente. Talvez ele estabilize quando finalmente eu encontrar um companheiro que pare em minha vida (ou que eu o deixe ficar!). Até lá, é altos e baixos, presenças e ausências que este blog vem sendo feito.
Para minhas futilidades, interesses cotidianos existe o Capital Rosa. Para depositar sonhos e anseios românticos (algumas vezes não tão românticos assim), existe o Chocolat, meu benzinho do coração.

Posso me ausentar, mas abandonar, nunca!

Resenha: Por que os Homens amam as mulheres poderosas

Título: Por que os homens amam as mulheres poderosas?
Autor: Sherry Argov
Editora: Sextante
Páginas: 185
Preço médio: R$19,90
Ganhei esse livro recentemente de uma amiga e essa semana resolvi dar uma pausa no “Mulheres que correm com Lobos” que estou lendo há um mês (uma leitura cansativa, mas muito produtiva), e ler este que me pareceu mais rápido. E foi, li este livro em duas sentadas, uma em cada dia. Rsrs.
Minha primeira impressão do livro foi: esse livro vai me fazer rir. Dito e feito. Para quem não se identifica com o perfil boazinha do livro, a leitura será uma fonte inesgotável de comentários sobre o quão óbvio é tudo que ela fala. Mas quem é boazinha, sim, pode ler. Você vai se surpreender se for sincera consigo mesma. Aliás eu tenho MUITAS amigas boazinhas demais.
O livro cumpre o que promete: identificar-se como boazinha, ou suas atitudes boazinhas, e como mudar. Tudo em linguagem muito simples. A leitora não precisará de nenhum dicionário para entender o que a autora escreve.
Não é um livro de cabeceira, mas uma leitura leve, tranqüila e rápida. 
Recomendação:
  • Mulheres
  • Mulheres boazinhas
  • Mulheres que acreditam que ser boazinha está atrapalhando seus relacionamento
  • Mulheres que acham que o livro vai ajudá-las a mudar
  • Homens que queiram rir um pouco

Avaliação: 3.
Embora cumpra o que promete, é apenas mais um livro no meio de tantos nas prateleiras de auto-ajuda. Poderia ter ficado sem ler tranquilamente. Mas as risadas foram boas.