Arquivo | novembro 2010

Das realidades do dia-a-dia

“É uma verdade conhecida universalmente: 

No momento em que uma área da sua vida começa a dar certo
uma outra parte desaba espetacularmente.” 
O Diário de Bridget Jones


E considerando que minha vida amorosa não preenche nem uma folha A4, posso dizer que ela nunca nem saiu do precipício para poder desabar… Então minha vida familiar, estudantil e profissional vai muito bem, obrigada.


[Imagem: Whats New]

Resident Evil Afterlife 3D – Criticas

Tempos atrás eu fui ao cinema apreciar meu gênero predileto de filmes: Zumbis.
Algumas pessoas adoram vampiros antiquados e românticos – Team Edward
Outros são fãs de lobisomens sexys e sarados- Team Jacob
Nesses gêneros eu sempre prefiro os vampiros malvados, os lobisomens insanos da Lua Cheia e os demônios que nos assombram debaixo da cama.
Mas voltando ao filme… Eu gostei e não gostei. Dubio, eu sei. Mas foi assim que saí me sentindo. Em primeiro lugar gostei, porque adoro filmes de zumbis. E gosto mais ainda dos que não são rápidos (eu faço parte do grupo que filosofa sobre zumbis, outro dia posto aqui minhas opiniões). E gosto mais ainda porque joguei e zerei diversas vezes cada um dos jogos e então, tenho uma boa dose de protecionismo com o nome, a marca e talz.
Mas não gostei também, pois me senti vendo os melhores momentos de vários outros filmes de terror.
Por exemplo, aquele cara super ultra mega grande, forte e resistente eu já tinha visto com máscara e arma gigante e tudo no filme Silent Hill.
Aqueles seres anomalos, mutações genéticas descaradas (lieralmente) cujos rostos se abrem formando uma “estela do mar” faminte e degenerada foram alvo de muita crítica em Blade 2.
E a Alice? Que ser morto e sem atitude era aquele? Os irmãos Redfield lutando e ela lá, parada (fingindo estar amedrontada com aqueles cachorrinhos de nada para quem enfrentou Nemesis) e só quando eles levam a surra é que resolve agir?
E o rastro de sangue gigantesco que surge do nada no cenário branquinho, branquinho…
E a bomba… Em qu momento ela tirou a bomba de lá e colocou no helicóptero (E com, como foi que ela sabia QUAL helicóptero ele usaria?).
E aquela Domme Sadomaso na qual transformaram a épica Jill Valentine? Que falta de respeito com a personagem foi aquele? De policial respeitadíssima para atriz de pornô? Poupe-me.
Enfim. Um filme cheio de problemas de seguimento, lógica, e continuidade
No final das contas foi um dos filmes mais clichês que já tive o desgosto de assistir, cujo diferencial foi o nome (que não foi honrado)e os efetos 3D.
No final foi um filmezinho qualquer que eu assisto apenas pra dizer que assisti, porque gosto do gênero.
Mas como um filme da série Resident Evil uma decepcção gigantesca.

 Olha aí emcima o “Super Zumbi” do Resident Evil: Afterlife
Agora compara com o cara do Silent Hill aqui embaixo
Olha as mutações Zumbis acima
Compara com os vampiros mutantes de Blade 2

 [Imagens coletadas by Google]

Descobertas

 [Imagem: Wilson Foto]
Me toca
Descobre meus segredos
Explora cada recondito do meu ser.
Me faz entender que sou mulher
Me faz querer teu corpo no meu
Dentro e fora
Como deve ser.
Me lembra como era antes dos preconceitos
Das hipocrisias e tabus
Das falsas verdades e verdadeiras mentiras.
Desperta o que há de primitivo em mim
O encanto do natural  e belo
A estrutura da criação.
Me induza aos ditos pecados
E não faça disso um segredo.