O Professor

[Foto por: Autor Desconhecido]

Cá estou eu para falar do delicioso Professor de DC novamente. Sim, quando algo me inspira são quilos e quilos de letras, e nem todas vem parar aqui. Rs.

Eu acreditava piamente ser aquela a última aula. Estava decidida a encostá-lo na parede e deixá-lo sem saída a não ser me beijar como Habeas Corpus. Mas ele revelou que não, ainda tenho duas aulas para curtir a delícia que é vê-lo mover-se pela sala sem saber se terei ou não acesso irrestrito a esse corpo. Se poderei ou não saborear e saciar meu apetite por ele.
Eu sou simplesmente fanática pela sensualidade inata desse homem. Ora brincalhão, ora sério. E inteligente. Sim, inteligência é o mais forte dos afordisíacos (embora no direito eu seja uma leiga muito mais que completa). Essa voz cadenciada que me estimula a fantasiá-lo falando baixarias ao pé de ouvido.
E antes que me digam que eu quero usar somente o corpo dele eu respondo que não, o corpo não é nada sem a mente a orientá-lo. Corpo é apenas carne, deliciosa carne. É a mente que o anima, que conduz, que o move. A mente torna o andar elegante, o corpo inquieto. Então não, uma vez basta apenas para aqueles que não querem nada além da aventura. Eu quero a exploração, a descoberta. Quero descobrir o que o excita. Quero saber o jeito certo de tocá-lo, de beijá-lo. Quero descobrir o que outras mulheres nem desconfiam que exista.
Me questiono se será ele como homem o que é como professor? Ou será o professor apenas um personagem que não condiz com a personalidade real? É o que quero descobrir, mas antes disso eu prefiro degustar mais um pouco dele. (Parafraseando a Fê!).
E assim, curtindo esses momentos de observação silenciosa, de brincadeiras inocentes (ou quase) eu ainda dou a ele a chance de me surpreender, porque estou certa que ele é desses homens que nunca chegam junto, conscientes das mulheres que o rodeiam tal qual abelhas atraídas pelo mel. E se ele me surpreender… Ah! Aí eu devo confessar que não sei. Só sei que me perderia nele e seria dele pelos lapsos de eternidade em que seu prazer fosse o meu prazer.

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