Arquivo | julho 2010

O amor é cego?

[Foto por: Autor desconhecido]
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Do Erotismo

[Foto: Autor Desconhecido]

“Erótica é a alma” diz uma comunidade do Orkut que eu visitei esses dias.
Desculpe-me o autor, mas devo acrecentar quão erótica é a mente.
Erotismo é imaginação.
É na imaginação que estão os detalhes que nos excitam.
Que tornam aquele momento casual em uma loucura excitante.
Que o digam nossos fetiches.
Dos vouyer a delícia do olhar, do observar.
Dos exibicionistas a ousadia de se expor, se mostrar.
Dos adeptos do BDSM a dor gera prazer e o prazer vem com a dor.
Ou no eu caso… Homens reservados, gravatas, cordas e mãos grandes.
Eu e meu pézinho delicado dentro de maravilhosos escarpins.
Eu e minha tendência ao bondage.
Eu e minha fértil imaginação.

Falando nisso, eu deveria ter começado a fazer cursinho antes. Porque tem um professor por lá… Que ulálálá…
Rsrsrs
Isso torna a aula do cursinho deliciosamente excitante. Ele fala e eu fico criando mapas mentais do que ele fala… no meu corpo!!! Rsrsrs. Cada pedacinho está ganhando uma característica do Direito… Rsrs. Aliás, eu não imaginava o quanto Direito podia ser excitante! Aiaiai.
Sorte que eu sou solteira… E viva a mente e nossa imaginação!

Bjim

[Texto repúblicado]

Concursos

É gente. Eu resolvi entrar para o grupo dos concurseiros. E me explico.
Eu não pretendia ser funcionária pública. Me formei e achei que competência, estudo e dedicação, bastariam para me manter no mercado de trabalho, e eu estava certa. Basta para me manter. Mas somente isso e nada mais. Brasília é terrível de se morar quando não se é concursado. O custo de vida aqui é muito alto. Em todos os lugares que conheço, ganhar um salário de mais de R$2.000,00 é uma maravilha. Em Brasília nem dá para morar sozinho, que dirá comer e se locomover por essas longínquas terras! Fora que Roriz parece que vai voltar e aí meu irmão: o DF vai virar uma merd@ de vez.
Então resolvi que, como não quero me mudar dessas terras de caatinga e lobo guará, só tenho essa opção: ser Servidora Pública Federal. Então cá estou eu nesta novíssima empreitada rumo ao serviço público e a tão sonhada estabilidade.
Para isso eu voltei ao ritmo da era da graduação. Faço cursinho das 07h45 às 11h45. Almoço. Tiro uma sonequinha quando dá. Vou pro serviço (e estudo lá, óbvio). E vou prá casa. Sabado e domingo é estudo o dia inteiro. E por aí vai.
Claro que, para quem como eu, adora aprender coisas novas até que não é um sacrifício muito intenso, mas também não é o tão sonhado mestrado. Mas faz parte da minha caminhada até lá então é isso aí!

Foto by: Autor Desconhecido.