Ama-me!

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Abraça-me

[Sem nada mais a dizer, fico por aqui…]

Abraça-me /
June A
Cruze seus braços por meu corpo.
Una seu coração ao meu numa só batida.
Divida o oxigênio disponível para nós dois.
Isole os maus sentimentos para fora de nosso laço.
Permita que meu amor inunde o nosso pequeno recanto
forjado por seus braços.
Deixe que eu encoste minha cabeça em seus ombros.
Que um beijo mudo pouse em seu pescoço.
E permita que uma lágrima discreta umedeça sua camisa.
E ouça de meus lábios um sussurrado “Ainda te amo”.
Seguido de um triste “Adeus, querido”.
Depois desfaça o laço.
E me libere para seguir em frente.
Coração aberto e ansioso por outro abraço.
E que esse seja laço e permaneça laçado em mim…

Sonhos Fugazes

[Breves momentos compartilhados entre eu e você dentro de mim]
June A

Existem muitos tabus e preconceitos em relação à masturbação feminina. Poucas mulheres falam sobre o assunto ou assumem que praticam o ato. Ao contrário dos homens, que desde pequenos convivem livremente com os impulsos sexuais, elas recebem uma educação repressora e aprendem, na sua maioria, que isso não é coisa para se fazer.
No entanto, a masturbação feminina traz muitos benefícios para a vida sexual, pois a mulher pode se conhecer melhor e encontrar mais facilmente o prazer no sexo.
“Esse conhecimento é o que realmente faz sentido e diferença na vida sexual compartilhada. Quando esta mulher estiver em atividade sexual, saberá exatamente o que precisa para se excitar e ter uma atividade sexual com qualidade”, diz Carla Zeglio, psicoterapeuta e educadora sexual do Instituto Paulista de Sexualidade.
Carla conta ainda que muitas mulheres se queixam que nunca chegam ao orgasmo, mas também nunca se tocam. A masturbação seria uma grande aliada dessas mulheres. “O toque é o caminho para a superação de muitas disfunções sexuais femininas”, afirma.
A sociedade machista faz com que as mulheres conversem pouco sobre sexo, o que tem mudado aos poucos. A educação repressora é a grande responsável pelo tabu na sexualidade feminina.
“Aprendemos que o sexo é diferente de prazer sexual. O que permeia a masturbação é a busca do prazer. Sexo está ainda intimamente ligado à possibilidade reprodutiva. Masturbação não é a possibilidade de reprodução. Portanto, não é estimulada pelas famílias no aprendizado das meninas e mulheres, que em algum momento acabam descobrindo e certamente praticando”, diz a especialista.
Ainda de acordo com Carla Zeglio, os pais devem abordar o assunto com seus filhos. “A pior parte é não falarmos sobre masturbação com nossos filhos, sobrinhos e educandos, encarando-a como parte integrante e necessária do desenvolvimento humano”, declara. Quando as pessoas negam a existência da possibilidade de masturbação, são responsáveis pela manutenção de todos os mitos e tabus sobre o tema. O mais importante é se conhecer sem medos e buscar o prazer de forma saudável.

[fonte: Vila Dois]

O Bumbum

[Apertar…]

[Apreciar…]

[Morder…] June A

Pois é, eu também viro para olhar…

Adoro bumbum masculino e é engraçado que antes, quando ninguém falava que mulheres gostavam de bumbum masculino, eu admitia isso e era crucificada!
-Mas como? Bumbum é feio!

-Que nada, você é louca!
-Bléhhh!!!!!

E por aí vão os comentários…

Hoje em dia é só mulherada suspirando pra lá e pra cá…

Ainda bem que as mulheres estão deixando esse tabu de lado e os homens (abençoados sejam!) dando mais valor a essa parte de suas fantásticas anatomias!
Tem visão mais paradisíaca que uma calça jeans suavemente ajustada aos quadris de um homem generoso?
Nossa! Rsrsrsrsrs
Aquele ar sexy-despojado que surge com aquela calça jeans mata qualquer uma!

E calça social?
Corte perfeito, bundinha moldada, aquele balançar hipnotizante…
Hummmm…
Não tenha dúvidas que eu me viro para apreciar!
E aquele glorioso instante do primeiro toque ao bumbum masculino?
Direitos iguais! Ele que se farte no meu pois eu vou me fartar nele…
Encher a mão, morder, beliscar.
Uhuuuu….

É como diz na matéria da
Marie Claire:Quem não resiste a uma bunda malhada, sabe que não se trata apenas de uma questão estética. Afinal, o quadril masculino é o motor de todos os movimentos que dão prazer à mulher. Bunda tem a ver com postura, preparo físico, saúde, agilidade. Tem a ver também com andar – o movimento do macho, que pode revelar um gato ou um touro…
Ai caramba!

E fico eu aqui, escrevendo e lembrando do Big Boy, com aquela calça jeans que me enlouquece, aliás, tenho que admitir que tudo fica bem nele e aquele corpo desenhado… Aiai. Juntar personalidade e beleza num só corpo dá nisso, tudo fica bem…

Fragilidade

[Se existem pérolas é porque as ostras sofrem…]

“Acho que prefiro me lembrar de uma vida desperdiçada com coisas frágeis, do que uma vida gasta evitando a dívida moral. {…} E me perguntei a que me referia com ‘coisas frágeis’. Parecia um belo título para um livro de contos. Afinal, existem tantas coisas frágeis. Pessoas se despedaçam tão facilmente, sonhos e corações também”

[Neil Gaiman]

As Mãos

[Por que, mesmo depois de me desencantar, depois de me conscientizar que nunca poderia ter dado certo, depois de compreender que tudo não passou de auto-ilusão, eu ainda tremo sob seu toque, eu ainda paro de respirar quando você se aproxima. Por que eu ainda choro pelas noites?] June A

Tuas mãos / June A

Tuas mãos, não me canso de observá-las, numa apreciação sem fim.
Minha imaginação corre a mil, mil utilidades, mil atividades.
Da mais doce e inocente carícia, ao mais lascivo ato em mim.

Tuas mãos. Minha fonte de desejo e inspiração.
Quisera um dia essas mãos me apertassem forte, como se nunca mais me permitissem ir.
Ou me acariciassem como um brinquedo tão desejado e delicado que até dá medo de partir.
Ou ainda me enxugassem das águas que de meu corpo brotam, de olhos, boca e pernas, sempre a cair.
Quisera ainda sustentassem meu peso quando porventura, minha alma insistisse em sair.

Mãos que sangram, machucam e salvam.
Quem me dera um dia elas tocassem meus lábios, e os silenciassem por fim,
Num beijo lento, gradual e profundo de quem quer se apossar de mim.
Imagina se meus cabelos bagunçados elas penteassem em carícias mil.
E ainda me impusessem sua ausência numa espécie de tortura vil,
Que antecede os gozos da ansia louca por um toque viril.

Que sejam essas as mãos, essas que habitam meu imaginário,
As mesmas que me ousam e se ousam
Passeando por minha alma, meu coração, minha mente e meu corpo febril.