Arquivo | agosto 2008

Fim de Semana!

[Inspire-se nas crianças para quem tudo é motivo de festa!!!]

Viva! Final de semana chegou! E veio cheinho de promessas!
Então trate de sair de casa!
Aproxime-se da natureza, vá ao parque, visite o Zôo com a família, passe o dia em alguma dessas milhares de cachoeiras do DF, vá cavalgar…
Coma fora de casa, jante em um restaurante legal, faça um piquenique, nem que seja no quintal!
E dance! Dance até não agüentar manter-se de pé, amanhã é uma boa oportunidade! Rsrsrsrs
Vá na casa dos amigos ou os receba em seu lar, com um vinho ou aquela cervejinha proibida aos motoristas de plantão…
E ame. Ame muito, ame sua família, seus amigos, seu trabalho. Ame a si mesmo, descubra a pessoa maravilhosa que você já é, e visualize os mil potenciais a serem desenvolvidos que você possui.
Não permita que a rotina obscureça seus dias com a ilusão da normalidade banal.
Bom mesmo é mudar. Mudar hábitos, mudar rumos, ousar, investir, acreditar.

“Só o que está morto não muda.”

Não importa o que, mas saia da rotina. Faça diferente e você descobrirá coisas melhores e piores que as já conhecidas, e valerá muito a pena!Amigos, Amor, Frases.

Ama-me!

Abraça-me

[Sem nada mais a dizer, fico por aqui…]

Abraça-me /
June A
Cruze seus braços por meu corpo.
Una seu coração ao meu numa só batida.
Divida o oxigênio disponível para nós dois.
Isole os maus sentimentos para fora de nosso laço.
Permita que meu amor inunde o nosso pequeno recanto
forjado por seus braços.
Deixe que eu encoste minha cabeça em seus ombros.
Que um beijo mudo pouse em seu pescoço.
E permita que uma lágrima discreta umedeça sua camisa.
E ouça de meus lábios um sussurrado “Ainda te amo”.
Seguido de um triste “Adeus, querido”.
Depois desfaça o laço.
E me libere para seguir em frente.
Coração aberto e ansioso por outro abraço.
E que esse seja laço e permaneça laçado em mim…

Sonhos Fugazes

[Breves momentos compartilhados entre eu e você dentro de mim]
June A

Existem muitos tabus e preconceitos em relação à masturbação feminina. Poucas mulheres falam sobre o assunto ou assumem que praticam o ato. Ao contrário dos homens, que desde pequenos convivem livremente com os impulsos sexuais, elas recebem uma educação repressora e aprendem, na sua maioria, que isso não é coisa para se fazer.
No entanto, a masturbação feminina traz muitos benefícios para a vida sexual, pois a mulher pode se conhecer melhor e encontrar mais facilmente o prazer no sexo.
“Esse conhecimento é o que realmente faz sentido e diferença na vida sexual compartilhada. Quando esta mulher estiver em atividade sexual, saberá exatamente o que precisa para se excitar e ter uma atividade sexual com qualidade”, diz Carla Zeglio, psicoterapeuta e educadora sexual do Instituto Paulista de Sexualidade.
Carla conta ainda que muitas mulheres se queixam que nunca chegam ao orgasmo, mas também nunca se tocam. A masturbação seria uma grande aliada dessas mulheres. “O toque é o caminho para a superação de muitas disfunções sexuais femininas”, afirma.
A sociedade machista faz com que as mulheres conversem pouco sobre sexo, o que tem mudado aos poucos. A educação repressora é a grande responsável pelo tabu na sexualidade feminina.
“Aprendemos que o sexo é diferente de prazer sexual. O que permeia a masturbação é a busca do prazer. Sexo está ainda intimamente ligado à possibilidade reprodutiva. Masturbação não é a possibilidade de reprodução. Portanto, não é estimulada pelas famílias no aprendizado das meninas e mulheres, que em algum momento acabam descobrindo e certamente praticando”, diz a especialista.
Ainda de acordo com Carla Zeglio, os pais devem abordar o assunto com seus filhos. “A pior parte é não falarmos sobre masturbação com nossos filhos, sobrinhos e educandos, encarando-a como parte integrante e necessária do desenvolvimento humano”, declara. Quando as pessoas negam a existência da possibilidade de masturbação, são responsáveis pela manutenção de todos os mitos e tabus sobre o tema. O mais importante é se conhecer sem medos e buscar o prazer de forma saudável.

[fonte: Vila Dois]

O Bumbum

[Apertar…]

[Apreciar…]

[Morder…] June A

Pois é, eu também viro para olhar…

Adoro bumbum masculino e é engraçado que antes, quando ninguém falava que mulheres gostavam de bumbum masculino, eu admitia isso e era crucificada!
-Mas como? Bumbum é feio!

-Que nada, você é louca!
-Bléhhh!!!!!

E por aí vão os comentários…

Hoje em dia é só mulherada suspirando pra lá e pra cá…

Ainda bem que as mulheres estão deixando esse tabu de lado e os homens (abençoados sejam!) dando mais valor a essa parte de suas fantásticas anatomias!
Tem visão mais paradisíaca que uma calça jeans suavemente ajustada aos quadris de um homem generoso?
Nossa! Rsrsrsrsrs
Aquele ar sexy-despojado que surge com aquela calça jeans mata qualquer uma!

E calça social?
Corte perfeito, bundinha moldada, aquele balançar hipnotizante…
Hummmm…
Não tenha dúvidas que eu me viro para apreciar!
E aquele glorioso instante do primeiro toque ao bumbum masculino?
Direitos iguais! Ele que se farte no meu pois eu vou me fartar nele…
Encher a mão, morder, beliscar.
Uhuuuu….

É como diz na matéria da
Marie Claire:Quem não resiste a uma bunda malhada, sabe que não se trata apenas de uma questão estética. Afinal, o quadril masculino é o motor de todos os movimentos que dão prazer à mulher. Bunda tem a ver com postura, preparo físico, saúde, agilidade. Tem a ver também com andar – o movimento do macho, que pode revelar um gato ou um touro…
Ai caramba!

E fico eu aqui, escrevendo e lembrando do Big Boy, com aquela calça jeans que me enlouquece, aliás, tenho que admitir que tudo fica bem nele e aquele corpo desenhado… Aiai. Juntar personalidade e beleza num só corpo dá nisso, tudo fica bem…

Fragilidade

[Se existem pérolas é porque as ostras sofrem…]

“Acho que prefiro me lembrar de uma vida desperdiçada com coisas frágeis, do que uma vida gasta evitando a dívida moral. {…} E me perguntei a que me referia com ‘coisas frágeis’. Parecia um belo título para um livro de contos. Afinal, existem tantas coisas frágeis. Pessoas se despedaçam tão facilmente, sonhos e corações também”

[Neil Gaiman]