Pesadelos: Sonhos que não deram certo…

[Alguns pesadelos acontcem durante o sono, mas os piores acontecem quando você está acordado…] June A

Muitas lágrimas rolaram pelo meu travesseiro a noite. Comida então, não passa da minha garganta, vira um bolo. Já passei pela etapa da perplexidade. Já passei pela etapa da raiva e indignação. Já passei pela etapa de beijar outra boca para esquecer um olhar. Já passei pela etapa de me das lágrimas que rolam sem permissão. Agora é momento de aceitar e seguir em frente.

Pior foi descobrir que no final das contas eu o amei sem nunca tocá-lo. E não vou deixar de amá-lo, apenas transformarei esse amor. Exatamente como já fiz antes. Exatamente como farei ainda muitas vezes. Porque sempre vale a pena amar.

Que ele seja muito, muito feliz.
Que ela o ame e ele saiba receber esse amor.
Que essa relação gere frutos positivos para ambos.
Hoje esse é meu maior desejo.
Perdoar para ser perdoada.
E amar para ser amada.
Que um hora dessas, quando menos esperar, meu momento chegará.
E essas dores que hoje sinto serão meu suporte para saber valorizar e aproveitar esse sagrado momento…

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Amar Vale a Pena!

[Eu o amo porque amá-lo me faz bem.
Um amor incondicional, que permanecerá pela eternidade.
Independente de tudo.
Amo-o e me orgulho disso.]
June A

Falar de amor é quase um vício. Bastaobservar que boa parte de nossas conversas, dos livros que lemos, das músicas que ouvimos tem a ver com isso. Os filmes, então, nem se fala. Nem o mais violento deixa de ter uma trama amorosa. Parece que a condição indispensável para sossegar o coração é encontrar alguém e compartilhar a vida. E isso parece cada vez mais difícil: o desencontro e a solidão têm sido uma marca desta época, em que as diferenças entre homens e mulheres ficam cada vez mais explícitas. Encontrar um grande amor pode ser, então, questão de pura sorte, uma manobra do acaso, mas na maior parte das vezes depende das escolhas que fazemos e de como alimentamos nossas expectativas. “O amor é revolucionário e exige que estejamos abertos para o novo, o inesperado. Quem procura alguém que se encaixe em seus parâmetros não quer um amor, mas apenas uma parceria para dissimular um vazio interno”, afirma o psicoterapeuta e escritor Alberto Pereira Lima Filho, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

DE CORAÇÃO ABERTO
Essa atitude não acontece por acaso, mas por insegurança, medo ou apenas para defender o coração um dia rejeitado ou traído. A tendência é se retrair e guardar o amor a sete chaves, protegido por um muro de pedra. Em nossas fantasias românticas, podemos achar que basta estar flertando, seduzindo, nos mostrando disponíveis, mas na verdade estamos apenas na defensiva. Esquecemos que vale a pena mergulhar nesse sentimento, que dá substância à vida, sem ficar preso ao passado. “Muitas vezes nos mantemos afastados das pessoas, esperando que elas conquistem nosso amor. Esquecemos que é preciso dar amor e não apenas receber”, observa a escritora americana Marianne Williamson no livro Um Retorno ao Amor (ed. Novo Paradigma).

OLHAR PARA DENTRO
Será que você deposita muitas expectativas sobre esse amor ideal? E assim aumenta suas exigências a ponto de o resultado quase sempre ser desilusão? “Não é nossa tarefa procurar o amor, mas buscar dentro de nós mesmos e superar todos os obstáculos que criamos para evitar que ele apareça”, resume Marianne Williamson. “Se isso não acontece, a tendência é escolher alguém inatingível, comprometido, por exemplo”, completa o psicólogo Ailton Amélio da Silva, autor do livro O Mapa do Amor (ed. Gente), de São Paulo.

Para que o amor floresça – e sobreviva –, é fundamental cultivar a aceitação e se dispor a experimentar conflitos. “Amar é desfrutar a deliciosa dificuldade de conviver com diferentes formas de agir, sentir e pensar”, define o psicoterapeuta Alberto Lima. “No entanto, tentamos anular as diferenças, forçando o parceiro a se adaptar a nossos moldes, sem perceber o mundo do ponto de vista da outra pessoa”, continua. “Essa abertura não significa abrir mão de nossos valores ou fazer tudo que o outro quer como garantia de amor. O importante é não ter a pretensão de usar critérios rígidos do que é certo ou errado, bom ou ruim. O que vale para um pode não valer para os dois.”

QUALIDADES E FRAQUEZAS
Boa parte dos problemas que surgem na fase de conquista ou no relacionamento nasce da frustração ao perceber que o companheiro não nos completa da maneira esperada. Segundo Marianne Williamson, se alguém não se comporta como um grande parceiro romântico, talvez isso signifique que ele não foi feito para assumir esse papel. “E isso não torna o relacionamento errado”, afirma. “Num casal em que os cônjuges se amam de verdade, o que um gosta no outro não é somente suas grandes qualidades mas também suas bobagens, suas fraquezas, seus defeitos”, confirma o teólogo e psicólogo francês Jean-Yves Leloup em seu livro Amar… Apesar de Tudo (ed. Verus).

Muitos desencontros começam quando prevalece o sonho de que vamos achar a cara-metade, um ser perfeito, que nos complete 24 horas por dia. Isso é impossível. “Para que haja uma aliança, é preciso dois inteiros. Amar outro inteiro é mais interessante do que amar outra metade”, afirma Leloup.

“Não podemos buscar no outro o que nos falta interiormente”, explica a antropóloga Miriam Goldenberg, escritora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Quando nos sentimos plenos e preenchidos em nossas necessidades, estamos prontos para compartilhar.”

QUESTÃO DE AUTO-ESTIMA
E o que fazer para ser inteiro? Para nos abrirmos para o amor, sem querer que o parceiro compense nossas frustrações ou nosso vazio interno, primeiro devemos aprender a amar a nós mesmos. “Com base em uma fundação forte de amor próprio, surge uma disposição natural de amar os outros sem cobranças e expectativas”, diz Ken O’Donnell, consultor, escritor e diretor para a América do Sul da Organização Brahma Kumaris, entidade voltada para a difusão de valores humanitários e espirituais, no livro Lições para uma Vida Plena (ed. Gente). A questão da auto-estima afeta especialmente as mulheres. “Por mais que a sociedade evolua e descarte preconceitos ultrapassados, ela ainda está condicionada a querer alguém mais – mais velho, mais alto, mais bem-sucedido –, como se alguém valorizado por suas qualidades pudesse conferir mais valor a elas mesmas”, explica Miriam Goldenberg. “Ao basear suas escolhas em critérios como aparência, status ou situação financeira, homens e mulheres correm o risco de se frustrar, pois nenhuma qualidade externa atesta o que alguém leva no coração ou sua capacidade de amar”, salienta Alberto Lima.

Os caminhos do amor podem ser tortuosos, indecifráveis, cheios de mistérios, mas vale muito a pena aceitar o desafio e seguir. “É só uma questão de nos despirmos de nossas crenças e novos valores arraigados, da rigidez, do conservadorismo, da teimosia”, diz o terapeuta Alberto Lima, concluindo: “Não tenha medo de amar, mesmo que isso já tenha causado sofrimento no passado, pois só o amor cura as feridas do amor”.

Fonte: Bons Fluidos

Perdão

[Eu peço perdão pelos contratempos, confusões e energias negativas que te enviei.
Eu o perdôo por não ter tido sabedoria e sensibilidade ao me dar tão dolorosa notícia.
Eu me perdôo por não ter tido percepção ao momento de parar, por não ter percebido você em suas necessidades e por ter reagido tão mal a tudo que aconteceu.]
June A

Muitas lágrimas rolaram pelo meu travesseiro a noite. Comida então, não passa da minha garganta, vira um bolo. Já passei pela etapa da perplexidade. Já passei pela etapa da raiva e indignação. Já passei pela etapa de beijar outra boca para esquecer um olhar. Já passei pela etapa das lágrimas que rolam sem permissão. Agora é momento de aceitar e seguir em frente.

Pior foi descobrir que no final das contas eu o amei sem nunca tocá-lo.
E não vou deixar de amá-lo.
Não vou permitir morrer um sentimento tão lindo que tanto bem me fez e faz.
Ainda que muito do que senti tenha sufocado e falecido nessa confusão.
Apenas transformarei esse amor.

Exatamente como já fiz antes.

Exatamente como farei ainda muitas vezes.

Porque sempre vale a pena amar!

Que ele seja muito, muito feliz.
Que ela o ame e ele saiba receber esse amor.
Que ele a ame e ela saiba receber seu amor.
Que essa relação gere frutos positivos para ambos.
Hoje esse é meu maior desejo.
Perdoar para ser perdoada.
E amar para ser amada.
Que um hora dessas, quando menos esperar, meu momento chegará.
E essas dores que hoje sinto serão meu suporte para saber valorizar e aproveitar esse sagrado momento…

Ele e Ela

Homens e Mulheres são tão diferentes…
Você escreve um livro sobre seus sentimentos e ele só nota aquele detalhe sexy que você nem tinha reparado que estava lá…
Incrível!
Pior (melhor) é que isso é o sexy deles!
Essa diferença maravilhosa…

Pequenas certezas da vida…

[O que há em você que tanto me encanta? Não sei mas to tentando descobrir…] June A

Ontem no MSN Fulaninha A me questiona:
-Por que você nunca “deu”?

O perguntinha difícil essa que o povo me faz… 🙂 22 anos na cara e nunca dei… Por que? Por que? Por que? kkkkkk O meu Deus Por quê???? Deixa eu desligar o cinismo em 3… 2… 1… Pronto.
-Minha resposta? Sei lá. Nunca quis antes. Nunca desejei. Simples assim. Tava satisfeita com as coisas como estavam. Tinha outras preocupações mais importantes que “dar”. Ponto.

No geral é isso. Mas no específico a coisa vai além. “Além da Imaginação!” Rsrsrs. Adorava essa série… Bom, o que quero dizer é que não há uma única razão que justifique minha escolha. Vários fatores me influenciaram. De alguns eu sou bem conscientes, outros nem tanto.

Primeiro eu me achava muito nova. Não em idade, mas em maturidade. Não me achava pronta pra isso. Pra ir pra cama, acordar com uma carinha barbada do lado. Gostava demais da cama de solteiro. E eu tenho um sono… digamos… agitado. Isso dizem as más línguas (leia-se aqui minha família). Eu era encanadíssima com a possibilidade de chutar o garotão do meu gato. Rsrsrs

Segundo eu nunca havia encontrado um carinha que me fizesse pensar em sacanagem, entende? Os carinhas eram tão insossos que eu tinha medo de ser eu a doida da história. Eu queria mais. Queria personalidade, certeza, caráter. Queria alguém que pensasse por si próprio, com quem pudesse conversar, dessas loucuras sabe, só minhas? Que ora me criticasse, ora concordasse. Inteligência é afrodisíaco. Queria alguém que não notasse o esmalte descascado, que fizesse vista grossa pro penteado não tão penteado. Alguém que me pentelhasse sobre minhas inúmeras alergias, mas fosse atento com elas, entendendo que eu não escolhi ser privada, por motivos de saúde, de coisas que eu gostaria ardentemente de fazer também (comer camarão, tomar leite e me expõr ao sol, por exemplo).

Terceiro que queria mais. Mais de não sei bem o que é. Queria mais que sexo casual, noitada, etc. Não estou dizendo isso por falso moralismo. O que são as pessoas? Pedaços de carne, objetos, bonecos infláveis? Não. São seres humanos. E a sexualidade faz parte disso, sem tabus. Não, não queria sexo que se resume a uma genitália, mas aquele que envolve compromisso, alma, sentimento, certeza, fidelidade, conversa, brincadeira. Idealização? Não. Apenas um ideal que defendo, e que não é impossível de ser seguido, mesmo nesse surto de modernidade onde as pessoas confundem “Liberdade com Libertinagem” [li isso em algum lugar…]. O que se vê hoje? Gravidez indesejada, DSTs, e pior do que isso: frustração por ter sido só um brinquedo. Ou a decepção de uma entrega a alguém que você pensava que te amava e te respeitava, quando, no fim, não era nada daquilo. Ninguém é 100% racional e tão sangue-frio assim a ponto de não se envolver, ao menos um pouquinho. Os tempos mudaram e agora, o que vale é curtir o momento intensamente, desde que seja com camisinha (sim, o tal pedacinho redondo de látex que resolve todos os problemas da humanidade). Que pena, não? Por isso, é tão grande o número de pessoas frustradas sentimentalmente, feridas, inferiorizadas, por não terem passado de uma “noitada a mais”, mesmo tendo a “plena convicção” de que sabiam exatamente o que estavam fazendo. Reclamam: “eu quero um amor de verdade, eu só levo na cabeça!”. Mas o que estão fazendo para conquistá-lo? Caçando na “night” alguém para levar para o quarto. Depois, batem no peito e falam que são pessoas modernas e muito bem resolvidas. Aham.
Quarto. Quero que esse momento seja minha escolha, livre. Minha vontade de ir além. Sentir falar meu corpo que amassos e beijos na boca não bastam mais.
Não me importo de ser diferente. Faço minhas escolhas, independentemente das tendências. O mais importante é não me arrepender no outro dia pensando que deveria ter esperado mais, escolhido melhor o momento, o companheiro. Quando esse dia vier e eu “dar” esse momento precioso em minha vida, não será porque eu o amo, não será por que ele é o primeiro e único, não será por ele, será por mim, pela pessoa que sou com ele, pelo que quero ser, por me sentir pronta, capaz, habilitada. Será por confiar nele, no seu respeito, carinho e atenção. E será com a bênção do Pai que tem me orientado toda a vida a ser uma pessoa melhor, mais digna a cada dia.

Há mais fatores, mas são esses que enumero, e esponho. Os outros são meus, só meus, por enquanto.

E terminar dizendo que “dar” não é um termo muito adequado. “Receber” é melhor, pois é isso que farei, receberei alguém no meu corpo, alguém que minha alma já acolheu como muito especial e significativa na minha vida.

[Dar e receber são artes praticadas a dois] June A


Photo 1 By: O Amor Pode Dar Certo (no site Adoro Cinema)
Photo 2 By: …Você é Assim, Feita de Sonhos…

De cama…

[Na horizontal e odiando…] June

“Minha garganta estranha”… Coça, dói, icomoda, arranha, aff! To sem voz caramba! A Mama tá atendendo o cel e virei mimica. Deveria ter aprendido LIBRAS na UnB (se arrependimento matasse estaria morta por não ter me inscrito no curso semestre passado…). Mas Ok, gargarejo com água morna e água oxigenada já me permite soltar grunhidos irreconhecíveis que a habilidade materna vem compreendendo… Rrssrrsrsrsrs

Pior é que ODEIO faltar no trabalho (sou meio workaholic) e não consegui sair da cama sequer. Passei a noite entre febre, preocupação e dores no corpo. Definitivamente sou a pior doente que se conhece, não paro quieta. E a Mama gritando: vai deitar! kkkkk Tadinha, mas ela me ama.

E que situação é essa: na cama e odiando? Aff. Cama sempre é bom. Pra dormir, pra ler, pra escutar música, pra … brincar!!!! Mas quando você é obrigado a ficar nela, sai de baixo! Parece que ela tem urtiga! Mas ficarei, pois sei qu amanhã estarei bem melhor. Pelo menos terei voz (isso me garantiu o médico, e tem que funcionar mesmo, porque gargarejo de água morna com água oxigenada é horrível!). E dá-lhe Trimedal garganta abaixo de 4 em 4 horas. Junto com Xarope, chá caseiro e etc, etc. Nunca saberei o que me curou, se a overdose de remédios, se a vontade de sair da cama, a saudade do pedaço de mal caminho em minha vida, ou sei lá o que…

Chocolate para todos (por minha conta please…).

June