Arquivo | julho 2008

Porque rir é o melhor remédio!

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Selo Masterblog

[Caderno de rascunho para escrever os posts: R$6,90
Lapiseira e borracha: R$10,75
Ter um Blog bom… Não tem preço!]
June A

Mais um presente da New aqui para o Chocolat!!!!! Fala sério que ela não apenas me presenteou mas tá parecendo meu Papai Noel! Só presentes lindos! Ainda bem que venho sendo uma boa menina. (Ainda que desconfie que deveria ter sido uma má menina para alcançar alguns objetivos os quais não consegui…).

E agora o segundo melhor momento de ganhar um selo (o primeiro, óbviamente é recebê-lo…): entregar o selo aos blogs amigos!

Quer Namorar Comigo?
Espartilho
Chá de Sumiço
Junkie Careta
Glamour Nudes (Para maiores de 18 galera)
Amante das Imagens (Para maiores de 18 galera)
Entre Todas as Paredes (Para maiores de 18 galera)

Abraços amores!

Selo Blogueiro Fiel

Recebi esse selo da New do Esturdio’s blog e tenho que admitir que dos selos que ganhei, foi desse que mais gostei pois ser Blogueiro fiel não é fácil. Quem bloga, sabe que é preciso muito carinho e cuidado com o que se posta. É muita responsabilidade, gente vendo blog, lendo, se inspirando. Olha a sementinha que plantamos e consequentemente colheremos. Multiplicado.

E agora vem o difícil momento de indicar… Difícil nada, sei bem quem indicar! Esses nomes aí na minha listinha são os blogueiros mais fiéis que conheço!

Espartilho
Quer namorar Comigo?
INFACES
Culinária Masculina
Entre Todas as Paredes (para maiores de 18 galera)
Amante da Imagens (para maiores de 18 galera)

Bjuxxxx

Selo Este Blog é uma jóia


Aí está mais um presente do Esturdio’s, um blog superlegal para quem quer saber de tudo um pouco. Muita informação num clima descontraído. Aproveitem!

Dizem as regras que agora eu devo repassá-lo para seis blogs. Ok. Vamos lá.

Entrego esse selinho para, para, para, para….

Mulheres sob Descontrole
Quer namorar comigo?
INFACES
Chá de Sumiço
Palavras para aquecer
Culinária Masculina

Beijos a todos!

Antivelocidade

Um vídeo para reflexão daqueles que ultrapassam sem pensar na segurança alheia e tampouco na própria segurança.

São muitas vidas ceifadas, muitos sonhos que se transformam em pesadelos e muita dor e culpa causados por um momento de irresponsabilidade.

Pesadelos: Sonhos que não deram certo…

[Alguns pesadelos acontcem durante o sono, mas os piores acontecem quando você está acordado…] June A

Muitas lágrimas rolaram pelo meu travesseiro a noite. Comida então, não passa da minha garganta, vira um bolo. Já passei pela etapa da perplexidade. Já passei pela etapa da raiva e indignação. Já passei pela etapa de beijar outra boca para esquecer um olhar. Já passei pela etapa de me das lágrimas que rolam sem permissão. Agora é momento de aceitar e seguir em frente.

Pior foi descobrir que no final das contas eu o amei sem nunca tocá-lo. E não vou deixar de amá-lo, apenas transformarei esse amor. Exatamente como já fiz antes. Exatamente como farei ainda muitas vezes. Porque sempre vale a pena amar.

Que ele seja muito, muito feliz.
Que ela o ame e ele saiba receber esse amor.
Que essa relação gere frutos positivos para ambos.
Hoje esse é meu maior desejo.
Perdoar para ser perdoada.
E amar para ser amada.
Que um hora dessas, quando menos esperar, meu momento chegará.
E essas dores que hoje sinto serão meu suporte para saber valorizar e aproveitar esse sagrado momento…

Amar Vale a Pena!

[Eu o amo porque amá-lo me faz bem.
Um amor incondicional, que permanecerá pela eternidade.
Independente de tudo.
Amo-o e me orgulho disso.]
June A

Falar de amor é quase um vício. Bastaobservar que boa parte de nossas conversas, dos livros que lemos, das músicas que ouvimos tem a ver com isso. Os filmes, então, nem se fala. Nem o mais violento deixa de ter uma trama amorosa. Parece que a condição indispensável para sossegar o coração é encontrar alguém e compartilhar a vida. E isso parece cada vez mais difícil: o desencontro e a solidão têm sido uma marca desta época, em que as diferenças entre homens e mulheres ficam cada vez mais explícitas. Encontrar um grande amor pode ser, então, questão de pura sorte, uma manobra do acaso, mas na maior parte das vezes depende das escolhas que fazemos e de como alimentamos nossas expectativas. “O amor é revolucionário e exige que estejamos abertos para o novo, o inesperado. Quem procura alguém que se encaixe em seus parâmetros não quer um amor, mas apenas uma parceria para dissimular um vazio interno”, afirma o psicoterapeuta e escritor Alberto Pereira Lima Filho, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

DE CORAÇÃO ABERTO
Essa atitude não acontece por acaso, mas por insegurança, medo ou apenas para defender o coração um dia rejeitado ou traído. A tendência é se retrair e guardar o amor a sete chaves, protegido por um muro de pedra. Em nossas fantasias românticas, podemos achar que basta estar flertando, seduzindo, nos mostrando disponíveis, mas na verdade estamos apenas na defensiva. Esquecemos que vale a pena mergulhar nesse sentimento, que dá substância à vida, sem ficar preso ao passado. “Muitas vezes nos mantemos afastados das pessoas, esperando que elas conquistem nosso amor. Esquecemos que é preciso dar amor e não apenas receber”, observa a escritora americana Marianne Williamson no livro Um Retorno ao Amor (ed. Novo Paradigma).

OLHAR PARA DENTRO
Será que você deposita muitas expectativas sobre esse amor ideal? E assim aumenta suas exigências a ponto de o resultado quase sempre ser desilusão? “Não é nossa tarefa procurar o amor, mas buscar dentro de nós mesmos e superar todos os obstáculos que criamos para evitar que ele apareça”, resume Marianne Williamson. “Se isso não acontece, a tendência é escolher alguém inatingível, comprometido, por exemplo”, completa o psicólogo Ailton Amélio da Silva, autor do livro O Mapa do Amor (ed. Gente), de São Paulo.

Para que o amor floresça – e sobreviva –, é fundamental cultivar a aceitação e se dispor a experimentar conflitos. “Amar é desfrutar a deliciosa dificuldade de conviver com diferentes formas de agir, sentir e pensar”, define o psicoterapeuta Alberto Lima. “No entanto, tentamos anular as diferenças, forçando o parceiro a se adaptar a nossos moldes, sem perceber o mundo do ponto de vista da outra pessoa”, continua. “Essa abertura não significa abrir mão de nossos valores ou fazer tudo que o outro quer como garantia de amor. O importante é não ter a pretensão de usar critérios rígidos do que é certo ou errado, bom ou ruim. O que vale para um pode não valer para os dois.”

QUALIDADES E FRAQUEZAS
Boa parte dos problemas que surgem na fase de conquista ou no relacionamento nasce da frustração ao perceber que o companheiro não nos completa da maneira esperada. Segundo Marianne Williamson, se alguém não se comporta como um grande parceiro romântico, talvez isso signifique que ele não foi feito para assumir esse papel. “E isso não torna o relacionamento errado”, afirma. “Num casal em que os cônjuges se amam de verdade, o que um gosta no outro não é somente suas grandes qualidades mas também suas bobagens, suas fraquezas, seus defeitos”, confirma o teólogo e psicólogo francês Jean-Yves Leloup em seu livro Amar… Apesar de Tudo (ed. Verus).

Muitos desencontros começam quando prevalece o sonho de que vamos achar a cara-metade, um ser perfeito, que nos complete 24 horas por dia. Isso é impossível. “Para que haja uma aliança, é preciso dois inteiros. Amar outro inteiro é mais interessante do que amar outra metade”, afirma Leloup.

“Não podemos buscar no outro o que nos falta interiormente”, explica a antropóloga Miriam Goldenberg, escritora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Quando nos sentimos plenos e preenchidos em nossas necessidades, estamos prontos para compartilhar.”

QUESTÃO DE AUTO-ESTIMA
E o que fazer para ser inteiro? Para nos abrirmos para o amor, sem querer que o parceiro compense nossas frustrações ou nosso vazio interno, primeiro devemos aprender a amar a nós mesmos. “Com base em uma fundação forte de amor próprio, surge uma disposição natural de amar os outros sem cobranças e expectativas”, diz Ken O’Donnell, consultor, escritor e diretor para a América do Sul da Organização Brahma Kumaris, entidade voltada para a difusão de valores humanitários e espirituais, no livro Lições para uma Vida Plena (ed. Gente). A questão da auto-estima afeta especialmente as mulheres. “Por mais que a sociedade evolua e descarte preconceitos ultrapassados, ela ainda está condicionada a querer alguém mais – mais velho, mais alto, mais bem-sucedido –, como se alguém valorizado por suas qualidades pudesse conferir mais valor a elas mesmas”, explica Miriam Goldenberg. “Ao basear suas escolhas em critérios como aparência, status ou situação financeira, homens e mulheres correm o risco de se frustrar, pois nenhuma qualidade externa atesta o que alguém leva no coração ou sua capacidade de amar”, salienta Alberto Lima.

Os caminhos do amor podem ser tortuosos, indecifráveis, cheios de mistérios, mas vale muito a pena aceitar o desafio e seguir. “É só uma questão de nos despirmos de nossas crenças e novos valores arraigados, da rigidez, do conservadorismo, da teimosia”, diz o terapeuta Alberto Lima, concluindo: “Não tenha medo de amar, mesmo que isso já tenha causado sofrimento no passado, pois só o amor cura as feridas do amor”.

Fonte: Bons Fluidos