Arquivo | junho 2008

Viver

[Inocente e confiante a caminhar rumo ao destino certo por trilhas desconhecidas]

Vamos vivendo e aprendendo muito.
Erramos, acertamos, ficamos sem saber o que aconteceu no final das contas.
Descobrimos pessoas, somos descobertos.
Descobrimos a nós mesmos.
Sonhamos, ansiamos, desejamos, odiamos, choramos.
É tanta coisa, é pouca coisa.
Ora alto-astral-celeste, ora numa cratera abismal.
Amamos e somos amados… ou não.
Damos foras, recebemos foras.
E continuamos a viver, tentando, tentando e tentando.
Procurando ser felizes, cada um do seu jeito.
Cada um em um tempo, mas sempre tentando acertar os ponteiros com alguém.
E no final das contas descobrimos que o bom mesmo é simplesmente tudo isso, tudo que faz parte da vida, todo o positivo e o negativo que nos constroem, transformam, lapidam.
Somos o que somos pelas experiências que vivemos.
Então vamos fundo, de cabeça, de lado, de bumbum, seja como for.
O importante é viver.
Tentar.
E entender que nossa busca se resume em si mesma.
Em buscar, pois quando acharmos aquilo que tanto buscamos e sequer sabemos o que é, descobriremos finalmente o oposto de uma das únicas palavras sem oposto em qualquer língua deste planeta:

VIVER!

Photo By: Achado na pasta particular do meu irmão…

Edit Piaf – Lhymne à lAmour

Piaf – Um Hino ao Amor conta a história real da intérprete de canções como La Vie en Rose e Non, Je Ne Regrette Rien. A idéia do filme nasceu quando o diretor Oliver Dahan viu uma foto da juventude de Edith e percebeu que quase ninguém sabia nada sobre essa época de sua vida. Devido a inúmeros problemas, como o envolvimento com cafetões ou uma suspeita de assassinato, ela raramente falava sobre antes de se tornar a famosa Edith Piaf. O sobrenome artístico ela recebeu por seu tamanho, apenas 1,42 m. Piaf, em francês, é pardal.

Lhymne à lAmour

Le ciel bleu sur nous peut seffondrer
Et la terre peut bien sécrouler
Peu mimporte si tu maimes
Je me fous du monde entier
Tant qulamour inondra mes matins
Tant que mon corps frémira sous tes mains
Peu mimportent les problèmes
Mon amour puisque tu maimes

Jirais jusquau bout du monde
Je me ferais teindre en blonde
Si tu me le demandais
Jirais décrocher la lune
Jirais voler la fortune
Si tu me le demandais

Je renierais ma patrie
Je renierais mes amis
Si tu me le demandais
On peut bien rire de moi
Je ferais nimporte quoi
Si tu me le demandais

Si un jour la vie tarrache à moi
Si tu meurs que tu sois loin de moi
Peu mimporte si tu maimes
Car moi je mourrai aussi
Nous aurons pour nous léternité
Dans le bleu de toute limmensité
Dans le ciel plus de problèmes
Mon amour crois-tu quon saime
Dieu réunit ceux qui saiment

Hino ao amor

O céu azul sobre nós pode desabar
E a terra bem pode desmoronar
Pouco me importa, se tu me amas
Pouco se me dá o mundo inteiro

Desde que o amor inunde minhas manhãs
Desde que meu corpo esteja fremindo sob tuas mãos
Pouco me importam os problemas
Meu amor, já que tu me amas.

Eu irei até o fim do mundo
Mandarei pintar meu cabelo de louro
(ou: Me transformarei em loura)
Se tu me pedires
Irei despendurar a lua
Irei roubar a fortuna
Se tu me pedires

Eu renegarei minha pátria
Renegarei meus amigos
Se tu me pedires
Bem podem rir de mim
Farei o que quer que seja
Se tu me pedires

Se um dia a vida te arrancar de mim
Se tu morreres, se estiveres longe de mim
Pouco me importa, se tu me amas,
Porque eu morrerei também

Teremos para nós a eternidade,
No azul de toda a imensidão
No céu não haverá mais problemas
Meu amor, acredite que nos amamos.
Deus reúne os que se amam.

Fechada pra balanço

[Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, acorda.]

Preciso de uma pausa para reflexão.
Talvez dois ou tres.
Preciso pensar em minha vida e decidir o caminho a tomar.
Para isso farei uma tarde de silêncio mental e uma noite de mudez.
Calando a voz posso ouvir meu coração.
Sem ruídos.
Sem interferências.
Um papo do meu Ego, com meu Superego.
Para entender meu Eu e o Tu.
Entender que há tempo de guardar e tempo de dar.
Tempo de amar e tempo de se curar.
Tempo para tudo.
E que meu tempo, meu relógio é diferente do seu.
Que meus ponteiros não coincidem com os seus.
E que a eternidade, mãe de todas as curas e doenças
Permanece impassível ao meu lado
Sábia

So, I’m closed to love.
Open to friendship.
Let’s Get It On



Lágrimas

[me abraça forte e diga que tudo vai melhorar]

-Não chora, menina.
– Não estou chorando.
– Não chora, eu estou aqui.
– Por dentro, estou muito feliz.
– Você me prometeu.
– É difícil cumprir…
– Não vou sair do seu lado, não chora.
– …
– Me deixa cuidar de você.
– Me abraça forte?

[copiado da Barbara do Devaneios e Loucuras]

[Foto recebida por e-mail]

You hurt me… So goodbye Big Boy.

[Photo: O Diário de Teresa]

Sometimes I feel like I’m trying to make a ghost contact.
Sometimes I imagine if is just my imagination.
Sometimes I don’t know where but I must go.
Sometimes I need to talk you and you’re not there.

I hate this romantic way I’m thinking about you.
The way I’m always looking an apologize for you.
And in this moments, painfull moments for me,
I just wanna be another kind of girl.
Someone who just don’t care.
Someone who just want to use and abuse you.
Someone who just play with you.
I have expected your messages.
Then I’ve expected an aswer.
And finally, I’ve expected your:
“Forgive me please, because I did this”
“Get out of my life”
“Fuck you and your feelings!”
Something.
But you’re coward to do this…
The reality is: I really like you.
But now, I hate you.
I really want you.
But now, I want to be distant.
I really want to be touched by you.
But now I can bite you if you do this.
I really want to feel you.
But now I want to run away from you.
Tomorrow…
Tomorrow I’ll be a big girl who will never cry again for you.
Today I’m gonna fuck myself with tears in the class.
Tomorrow I won’t be a girl who wanna loves you.
Today I’m this girl. And today is gonna be the past…
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[Mensagem de um grande amigo
que veio em boa hora
socorrer meu pobre coração desenganado]

Sinais do amor
Paulo Roberto Gaefke
Sim, o amor é uma estrada,
e se as pessoas se perdem tanto nesse caminho,
é porque insistem em não seguir a sinalização,
pois no percurso do amor é proibido ultrapassar
os limites da velocidade da pessoa amada,
cada um demonstra o seu amor de um jeito,
e o amor pede paciência e compreensão.
É proibido contornar os problemas,
eles devem ser esclarecidos e resolvidos,
o amor pede diálogo sempre.
É proibido estacionar na dor,
ficar relembrando velhas situações
que juramos ter esquecido e que,
na hora da briga, voltam à tona,
o amor pede perdão.
É proibido dar carona,
o amor não permite traição,
amor pede fidelidade.
É proibido parar na mágoa,
o casal que briga e não resolve a situação,
que usa e abusa de castigos infantis,
como ficar sem se falar,
dão oportunidade para outro amor chegar,
pois o amor pede cumplicidade e definição.
Entre tantas proibições, vale ressaltar
que no amor vale quebrar regras,
correr um pouco além da velocidade
para roubar um beijo em qualquer idade.
Ultrapassar o sinal fechado da “briguinha boba”
e se declarar de novo, de uma maneira especial,
arrancando um sorriso e tudo recomeçar.
Vale andar na contra mão do tempo
e todos os dias fazer do velho amor
uma nova maneira de acreditar na vida,
na possibilidade de se viver uma linda história
onde você e alguém especial,
dirigem um carro de cada cor.

Numa corrida sem fim,
com discordâncias e afinidades,
no longo percurso da felicidade,
no velho Autódromo do Amor.
Dirija seu amor com sabedoria!

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Once a time you have asked me if I was playing with you.
That time I said no.
That moment I broked our inexistent relationship.
Because you was playing with me.