Poema pra você

Não tire da minha boca
O desejo do seu beijo
Nem das minhas pernas
A vontade louca de correr
E te encontrar, e me enroscar…

Não tire da minha cabeça
O constante pensamento em você
Nem do meu coração essa saudade
Esse vazio, essa ânsia
De te ver de novo.

Seja para sempre meu ídolo
Minha inspiração e razão
Fique sempre aqui dentro de mim
Latejando, ardendo, corroendo
Me fazendo viva, linda, louca
Mulher.

Linda! E fora do Padrão! [Ou Momento Flash Back 2]…

Hoje eu estava lendo esse artigo da Flúvia Lacerda no Clube da Calcinha e me bateu aquelas lembranças da pré-adolescência que todos carregam.

Toda vez que lembro da minha infância a primeira coisa que me lembro é de um pé de amora que eu adorava subir para comer aquelas amorinhas pretinhas e docinhas que ficam lá em cima e ninguém sobe para comer por medo de se machucar. Trocadilhos à parte, eu não podia ver pé de fruta que trepava que nem macaquinha… Mas amoreiras sempre foram minha paixão.

A segunda lembrança é de meus primos e irmão me chamando de gorda-baleia-saco-de-areia… Odiava ser chamada assim, mas sabia que se apelasse o apelido pegaria, então ficava quieta… Os anos passaram, o apelido foi embora. Mas as marcas dele não.

Entrei na adolescência neurótica com meu peso. Fazia regimes terríveis. Depois comia como uma louca. Bulimia é o nome disso. Odiava meu corpo. Achava ele horrível, desengonçado, redondo. Enfim, uma bola. Morria de inveja daquelas menininhas pequenininhas, mignon, com peitinhos “limõezinhos” que lhes permitiam usar blusinhas de alça sem sutiã. Murchava a barriga como uma louca para ficar com aquela barriga lipoaspirada de modelo. Chegava a andar meio torta para tentar reduzir minha bunda. Devia ser uma cena grotesca aquela moreninha murchando a barriga, curvando os ombros e jogando os quadris pra frente para reduzir as próprias medidas.

[pausa para explicação] Atualmente seios grandes e bundão podem até estar na moda, mas nos anos 90 você tinhaque ser um vara pau. Acha as modelos atuais magras? Vai olhar Kate Moss… Um palito de dentes era gordo perto dela! E claro que a sexy morena aqui não tem, nem nunca teve corpitcho de campeã de natação. Violão descreve perfeitamente o corpo que amo, mas que já foi muito odiado. Acredito que não tenho nem os ossos mais retinhos, tudo em mim é arrendondado…]

Foi no Ensino Médio que vi pinturas de musas de outras épocas, e não da atualidade. Renascença, Pinup’s, modernismo, etc. E comecei a perceber que cada época tinha um padrão de beleza. Fui pesquisar pelo mundo e vi que regiões diferentes tinham padrões de beleza diferentes. Parei para conversar, e ouvir, meus amigos homens e cada um gostava de um tipo. Uns gostam de baixinhas, outros de altas, uns de gordinhas, outros de magrinhas, uns adoram seios do tipo melões, outros preferem perinhas e outros limõezinhos. Cada um com um gosto. No final das contas eu já tinha uma linda teoria sobre como cada mulher é bonita à sua maneira.

Isso mesmo. Uma teoria. Na prática eu ainda achava meu corpo feio e ainda queria ser mais magra, mais alta, menos peituda, menos bunduda, ter pés e mãos maiores, olhos maiores, etc. A única coisa que gostava em mim mesma eram minha unhas. Minhas lindas unhas.

Ao final do Ensino Médio conheci aquele que me deu um empurrãozinho na direção do fim de minha neurose: P. P era um sábio quarentão. Casado [mea culpa], pelo qual fui apaixonada. Óbvio que ele percebeu. Óbvio que ele chegou junto. Não tão óbvio que eu não aceitei. Meu código moral e intelectual ligou o sinal vermelho e o alerta nivel milhão: idiotice! idiotice! Se envolver com homem casado é idiotice! idiotice! Mas eu não pulei fora tempo suficiente para impedir os benefícios que um homem pode gerar, quando quer. Ele me mostrou como meu corpo era bonito, muito bonito. E principalmente: ele me mostrou o quanto eu era capaz de excitar um homem. Cada detalhe em meu corpo era digno de muitos elogios, e isso faz bem ao ego de qualquer mulher…

[pausa para explicação 2] De P vem minha paixão pelos homens de 40 e a minha aversão a homens menores de 25. Meus prediletos antes dele. Esses FDP não tem a mínima idéia do que significa conquistar, flertar, paquerar e seduzir. E seu elogio mais chique e elegante é Gostosa, esse mesmo gostosa que é usado para o filé e para a sobremesa do almoço para o qual ele te convida e cada um pagou sua parte… Por que ele não tem a delicadeza de pagar no primeiro encontro não.]

Após P muitas coisas aconteceram em minha vida. Algumas me levaram à psicóloga. E foi então que tudo foi mudando… Terapia intensiva para melhorar a auto-estima. Em alguns momentos eu acho qté que exagerei mas, valeu a pena.

Toda criança é igual quando nascem [não adianta negar papais e mamães corujas], gofofucha, linda, e com aquela carinha de joelho que torna impossível distinguir uma de outra. Algumas são cara de joelho magro, outras de joelho gordinho, mas todo mundo parece um joelhinho lindo!

Reflexão…

“A palavra emociona mas o exemplo arrasta”

Uma simples frase que encerra o maior mandamento da educação. E falo aqui da educação de maneira completa, ampla, abarcando mente, coração e corpo. E esse vídeo que upo por aqui para que todos possamos ver é fonte de total reflexão para cada um de nós. Pois somos responsáveis pela educação de nossos filhos, sobrinhos, primos, alunos. Influenciamos, inclusive na educação daqueles que já são mais experientes que nós, pois eles tampouco deixaram de aprender. Pense no exemplo que vem deixando a sua volta e questione-se: “é essa a marca que planejo deixar no mundo?”
E não se esqueça que consciência é um despertar fantástico pois permitirá que voc~e se proteja de “maus exemplos” com muito mais eficiência do que aquele que ainda não conhece o poder do exemplo.
E para os que duvidarem: olhem a sua volta. Pesquise o comportamento de pais e filhos. Qualquer semelhança não é mera coincidência…

Pequenos Furtos…

Hoje minha cabeça não quer pensar….
Não ando sem inspiração porque estou presa ou enlouqueci, não.
Apenas vou copiar-colar trechos que encontrei na internet…

Leiam e deliciem-se…

“Se a serenidade das águas permite a tudo refletir, o que não permitirá a serenidade do espírito?”
Chuang Tzu

Se fosse simples, seria chato! É uma questão de prioridades

Esse é muito bom:

“Fuja daquele que precisa que você goste dele.
Encrenca.
E a recíproca é verdadeira. As pessoas fugirão de você se quiser preencher um vazio seu com o conteúdo alheio.
Baita encrenca.
Mas como atrair o próximo, perguntará você.
Basta preencher seus vazios, pois a pessoa completa e por conseguinte, auto-suficiente, não precisa de ninguém. E assim, não afasta ninguém, podendo se relacionar com todos numa boa, de maneira saudável, como bem lhe aprouver.
E como então se preenche vazios?
Simples.
Deixando claro dentro de nós o que gostamos e o que não gostamos.
E depois, vamos atrás do que gostamos e evitamos o que não gostamos.
Bem simples.
Sem complicar.
Começando pelo dia a dia, reparem na quantidade de coisas que às vezes fazemos sem gostar. Coisas que fazemos por fazer, ou que todo mundo faz, ou que “tenho que” fazer, mas na verdade não “tem que” coisa nenhuma.
Descobrir o que se gosta e o que não se gosta e exercer esta vontade é fundamental para nossa individualidade e é o que nos torna personalidades únicas e interessantes para nós mesmos e para os outros.”

( SIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMM!!! Copiado descaradamente e completamente a favor… auto-suficiência JÁ!!! )

Eu vi, mas não agarrei


1,2,3

Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar

Parto rumo à Primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu
Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de partir
Esperam-me homens que resistem
Antes de morrer
Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei nem nada
Do que em mim tocou
Eu vi,mas não agarrei
Eu vi,mas não agarrei
Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver p’ra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro p’ra sentir

Dar sentido à viagem
A sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz “Coragem!”
Volto a partir em paz
Eu vi,mas não agarrei
Eu vi,mas não agarrei
Eu vi,mas não agarrei
Eu vi,mas não agarrei

…ter a coisa mais importante do mundo sem a possuir.


[…]
« Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama plenamente.
E quem ama plenamente, sente-se livre. Por causa disso, apesar de tudo o que posso viver, fazer, descobrir, nada faz sentido. Espero que este tempo passe depressa, para que eu possa voltar à busca de mim mesma – sob a forma de um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que disparate é este que falo? No amor, ninguém pode magoar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Já me senti ferida quando perdi os homens por que me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém. Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem a possuir.»

Aquilo que tenho tentado explicar…mas que nunca consegui exprimir. Em “11 minutos” de Paulo Coelho, pág. 89.

No oceano integra-se (bem pouco)
uma pedra de sal.

Ficou o espírito, mais livre
que o corpo.

A música, muito além
do instrumento.

Da alavanca,
sua razão de ser: o impulso,

Ficou o selo, o remate
da obra.

A luz que sobrevive à estrela
e é sua coroa.

O maravilhoso. O imortal.

O que se perdeu foi pouco.

Mas era o que eu mais amava.

Reflexão: Seja um idiota

[Adoro comer chandelle com o dedos, só pra lambê-los depois… Tem coisa melhor? Odeio quando brigam comigo por causa disso!!!!!]

“Perdoe seus inimigos, mas não esqueça seus nomes” (J. Kennedy)

Quero falar um pouco sobre a arte de ser superior ao mau humor alheio…
Não tem coisa melhor para os mau humorados que um belo e sonoro ” Bom Dia “…

Quando quiserem te “coicear” já pela manha, desbanque o eqüídeo com um belo sorriso estampado na cara, atitudes lentas, voz baixa, serenidade e muita educação…

Não se deixe contagiar pela energia negra e vazia das pessoas que não sabem separar seus conflitos com as pessoas que estão ao seu lado…

O bom humor assim como o mau humor é contagiante!

Estava lendo um texto do mestre Arnaldo Jabor, intitulado : SEJA UM IDIOTA, por favor, leiam com atenção e pratiquem a idiotice em massa, pois ser idiota esta diretamente proporcional ao bom humor!


“A idiotice é vital para a felicidade. Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.

Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!…

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um
fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar.

Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não. Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal.

Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira,
não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? ”


E assim eu vou levando…
tentando compartilhar boas intenções….

Aliás, estou cheia de boas intenções…
Mas quem disse que o mundo está pronta para elas?

Você sabe quem você é?


Cada um é o que é.
Deveria sempre ser obrigatório que cada um de nós se apresentasse com o devido manual de instruções ou com as bulas como os remédios, dando todas as instruções de como nos manipular e com as nossas contra indicações.
De um modo geral as pessoas tentam sempre mostrar-se melhores do que são, abrilhantado conversas, dando sorrisos desnecessários, elogios perdidos, atenções mentirosas, ou pelo contrário, tentando ser revoltados ou intelectuais em demasia…
Na verdade sempre que percebo alguém a quere mostrar-se mais do que deve ser faço o já conhecido exercício… imagino-o nú e careca, sem defesas, sem máscaras, sem absolutamente nada para se apoiar.
E chego á conclusão de que TODOS somos frágeis, todos somos carentes, todos queremos absoluta e unicamente a mesma coisa: sermos AMADOS.

Perfeição não existe, e quem procura isso, está perdido.