Feliz Ano Novo!!!

Feliz Ano Novo!!!


Um ano se passou…
E aqui estamos nós, juntinhos!
Como foi bom contar com o seu carinho e amizade.
Todas as palavras ditas, as mensagens enviadas, valeram muito!
Meu coração hoje transborda de alegria …
Pois chego ao final deste ano, com a certeza de que alcancei muito além de meus objetivos.
Quantos Amigos deixaram de lado seus afazeres para dar atenção as minhas Mensagens e Poemas?
Quantos Amigos se manifestaram também com seus Poemas e Mensagens, para mim?
Quantos Amigos Virtuais se tornaram Muito Mais que Reais?
A quantos Amigos consegui levar uma palavra de Fé e Esperança?
A quantos Amigos consegui levar um pouco de Paz?
Em quantos Amigos eu consegui fazer desabrochar um sorriso?
Quantos Amigos se disseram mais felizes, ao ler os meus E-mails e Poemas?
Em quantos Amigos eu consegui despertar mais Amor?

Sei que é muito difícil obter todas estas respostas…
O importante é ter a certeza que, posso não ter atingido a todos aqueles que eu gostaria…
Mas consegui chegar bem mais pertinho de muitos corações, como o seu!
Que me prestigiaram durante este período, visitando e divulgando a minha pagina “Chocolat avec des Lettres”

Esta Mensagem é especial para Você:
Que caminhou ao meu lado!
Que me deu força!
Que também me proporcionou muitos momentos de emoção com suas palavras!
Que me fez sorrir e até gargalhar com suas mensagens de humor!
Que passou a fazer parte da minha vida, e do meu dia-a-dia!
A Você, que já não sei como ficar longe por muito tempo…

Obrigada pelo Amor e Carinho demonstrados nestes 365 dias.
Obrigada por me deixar ser sua Amiga!
Obrigada por Você Existir!
E espero poder continuar a corresponder a todo este Amor recebido!
E quando olhar para Céu, e uma Estrela se mostrar mais brilhante, acredite, é o Menino Jesus, nos abençoando!

Desejo a você, muita Paz, Amor, Saúde e Prosperidade, Extensivo aos seus familiares.
Beijinhos Especiais no Seu Coração!!!

Feliz Ano Novo!!!
June Alves

“Quem perde a fé, perde tudo”

Paralelos de Viagem

como que abandonadas, bem à vista de todos;
à espera de comboio, de avião, de autocarro… de serem furtadas? levadas? apanhadas por mão desconhecida (ou nem tanto); ou pior, incorporadas num património;

para onde forem e com quem quer que vão, levam o seu próprio conteúdo, nem que seja um vazio imenso, porque são o exemplo acabado da forma sem conteúdo.
tornam-se parte da viagem e nunca conseguem ser parte do viajante, por mais prolongada que seja a jornada.
um e outro nunca serão companheiros.
tornam-se, pesadas.
afinal, sem querer, deixam-se estragar; deixam-se, usar. deixam-se.

e fica-se; à espera de quê ou de quem?

as malas, o que aspiram é, afinal, serem um viajante acompanhado e não andarem à boleia, na vida.

para isso, é preciso a conjugação de duas circunstâncias: porem-se ao caminho, um passo após outro; e a dado passo, haver quem queira “viajar com”.

se não existe essa conjugação, não se deve perder tempo; a solução não passa por mudar de viajem, ou desistir dela, mas sim por mudar de companhia, por muitas malas que tragam ou levem.

não sejam malas; sejam “o” viajante.

Que o ano de 2008 vos proporcione uma esplêndida e acompanhada viagem.

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Copiado daqui.

Trocas

“O coração tem razões q a própria razão desconhece…”

“Trocaria todo meu orgulho,

Todas as minhas razões,

Todas as minhas dúvidas,

Todos os meus medos…

Trocaria cada palavra não dita

E todas as mal ditas

Todas as minhas ânsias e dores

Toda a minha idade

Todas as minhas experiências

E todas as minhas mágoas

Trocaria todos os beijos,

Beijos estes, que eu não te dei

Todos os abraços não apertados

Todas as conversas olhando nos olhos

E todas as lágrimas que correram

Trocaria toda essa minha vontade

Toda essa saudade

Por um dia sem medos

Por um dia de coragem

Pra ser exatamente o contrário do que sou

Uma menina,

Ou uma heroína

ou simplesmente ser

Sua…

Da Chegada do Amor – Elisa Lucinda


Sempre quis um amor

que falasse

que soubesse o que sentisse.

Sempre quis uma amor que elaborasse

Que quando dormisse

ressonasse confiançano sopro do sono

e trouxesse beijo

no clarão do amanhecer.

Sempre quis um amor

que coubesse no que me disse.

Sempre quis uma meninice

entre menino e senhor

uma cachorrice

onde tanto pudesse a sem-vergonhice

do macho

quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo

BOM DIA!

morasse na eternidade de encadear os tempos:

passado presente futuro

coisa da mesma embocadura

sabor da mesma golada.

Sempre quis um amor de goleadas

cuja rede complexa

do pano de fundo dos seres

não assustasse.

Sempre quis um amor

que não se incomodasse

quando a poesia da cama me levasse.

Sempre quis uma amor

que não se chateasse

diante das diferenças.
Agora, diante da encomenda

metade de mim rasga afoita

o embrulho

e a outra metade é o

futuro de saber o segredo

que enrola o laço,

é observaro desenho

do invólucro e compará-lo

com a calma da alma

o seu conteúdo.

Contudo

sempre quis um amor

que me coubesse futuro

e me alternasse em menina e adulto

que ora eu fosse o fácil, o sério

e ora um doce mistério

que ora eu fosse medo-asneira

e ora eu fosse brincadeira

ultra-sonografia do furor,

sempre quis um amor

que sem tensa-corrida-de ocorresse.

Sempre quis um amor

que acontecessesem esforço

sem medo da inspiração

por ele acabar.

Sempre quis um amor

de abafar,

(não o caso)

mas cuja demora de ocaso

estivesse imensamente

nas nossas mãos.

Sem senãos.

Sempre quis um amor

com definição de quero

sem o lero-lero da falsa sedução.

Eu sempre disse não

à constituição dos séculos

que diz que o “garantido” amor

é a sua negação.

Sempre quis um amor

que gozasse

e que pouco antes

de chegar a esse céu

se anunciasse.

Sempre quis um amor

que vivesse a felicidade

sem reclamar dela ou disso.

Sempre quis um amor não omisso

e que sua estórias me contasse.

Ah, eu sempre quis um amor que amasse.

O que é, afinal das contas, o AMOR?

“O amor é um sentimento demasiado difícil de se explicar.”



“Evite, se possível”



“Amor: Como ser Esperto o Suficiente para Entender, Paciente o Suficiente para Procurar e Burro o Suficiente para Encontrar!”



“O amor? Começa com grandes palavras, continua com palavrinhas, termina com palavrões.”



Freud ensinou que o amor era a supervalorização. Ou seja, se você visse o objecto amado como realmente é, não seria capaz de amá-lo”



“Vivendo para aprender a amar”



“Amor é uma palavra; o que importa é a conexão que esta palavra implica”



“Só se ama o que não se possui completamente”



“Amor não domina, cultiva”



“Quanto mais você julga, menos você ama”



“Somente quem passa pelo gelo da dor chega à inocência do amor”

A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.



Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a
Deus, amor à vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).



As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no
grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.


Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer
ser vivo ou objeto.

Quem disse?

Quem disse que tinha de ser pra sempre?
Quem foi que impôs a condição de eternidade para o amor,
Para a alegria ou para a dor?
Quem foi que falou que errando é que se aprende?
Quem foi o estúpido que disse
Que é perdendo é que se dá valor?
Tá errado…
Quero que meu amor dure o tempo certo
Desde que um beijo sempre aqueça meu coração
E que esse beijo me ensine
Que há muitos mistérios para serem desvendados
Que muitas dores duram pouco e outras um pouco mais
Que esse mesmo beijo me mostre
Que perder só significa uma coisa:
Que eu nunca tive o que achava perdido
E se nunca foi meu,
Não há por que sentir falta
Mas, acima de tudo a certeza
De que a vida, embora muitas vezes madrasta
Nos oferece “segundas” chances
Para amar, para acarinhar,
Para sorrir, para chorar,
Para viver, para sonhar…

Sabedoria Popular

Pela preguiça que sinto hoje aliada à vontade de postar alguma coisa acabei cedendo ao copia daqui e cola dali de alguns ditados populares…


Muitas pessoas irão entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos deixarão pegadas no seu coração.

Para lidar consigo mesmo, use a cabeça;
para lidar com os outros, use o coração;


Raiva é a única palavra de perigo…

Se alguém te trai uma vez, a culpa é dele;
se alguém te trai duas vezes, a culpa é sua.


Grandes mentes discutem idéias;
mentes médias discutem eventos;
pequenas mentes discutem com pessoas.

Quem perde dinheiro, perde muito;
Quem perde um amigo, perde mais;

Quem perde a fé, perde tudo…

Jovens bonitos são acidentes da natureza;
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprenda também com o erro dos outros,
você não vive tempo suficiente para cometer todos os erros.

Amigos você e eu…
Você trouxe outro amigo...
Agora somos três…

Nós começamos um grupo.
Nosso círculo de amigos.
E como um círculo, não tem começo nem fim.

Ontem é história;
Amanhã é mistério,
Hoje é um presente,
É por isso que é chamado presente…

Pra que serve uma relação?

Uma relação tem que servir para você se sentir cem por cento à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar ao outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem- se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

June Alves

Amor High tech

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza
o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher.
Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.

Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante.Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração.

Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem. O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.

Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso.

Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.

Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.

Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.

Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

June Alves