“Em uma luta diária entre RAZÃO: Que bom que hoje eu ñ o vi! e EMOÇÃO: Que horrível que hoje eu ñ o vi! Nunca o senti tão perto, ao alcance, ao lado, sua presença, embora não física, perturba, altera, embaraça, emAranha meus sentidos… prega peças em minha cabeça, me faz poder tocá-lo, lembrá-lo, senti-lo com meus olhos, tateando passo a passo em um desejo surdo, insano, covarde, escondido, proibido, medroso, mas medo doq?
Desejo que vitima, que alude, que entontece…
Um desejo q se faz querer, que se faz haver, ser como se não fosse.. que inebria, que embriaga, que emana a cada palavra, a cada gesto, a cada olhar, que entrega tudo, a cada toque, senti-lo perto, permanecer longe, desviando, escondendo, abafando… oq se quer, oq se sente, oq se diz… oq se toca e ao tocar há o reagir: ainda rubro, ainda tímido, ainda suave, ainda medroso, mas medo do quê?
De se entregar? De se Iludir? De Machucar? De abrir mão? De se querer? De repetir? Ou de errar?
Simples medo do novo, do misterioso, da incerteza, do ato, da dualidade, do fato, do sentimento, do Medo, do desejo, do querer, medo por fim de MIM, de um fim, de um recomeço?”

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