Arquivo | julho 2007

À Procura da Felicidade


Felicidade é um lance relativo.. como talvez tudo nessa vida.
Não adianta ter o trabalho dos sonhos, o carro novo da moda… não adianta ter bons e fiéis amigos… uma família que te acolhe… viver em saúde. Nada é suficiente.
A vida parece sem sentido sem o objeto do nosso desejo… sem a nossa maior afirmação.
Tornamos-nos reféns de um “eu” aflito e solitário em busca do seu verdadeiro fim.
E nessa busca o que em si e em nós vale realmente é o encontro da felicidade.

[ Esta foto é referência ao filme À Procura da Felicidade. Esse filme que concorria ao Oscar como melhor ator para Will Smith mostra quantas variáveis nos separa do nosso objeto de felicidade e evoca de forma paternal o propósito final quando ele por fim fala: “e esta parte da minha vida, essa pequena parte…se chama felicidade!” ]

LIQUIDAÇÃO!!!!!

Lá estou eu, feliz e serelepe pelos corredores do Conjunto Nacional, atualmente em Liquidação total, quando encontro duas conhecidas e elas me indicam duas lojas fantastiques! Eu adoro recomendações!!!!
Mas efetivamente eu sou muito chata, ou a roupa é perfeita, ou é paixão ou não compro (o que explica meu cartão sempre livre, pronto para ser utilizado). Sou chata mesmo comprando. Em compensação minhas roupas duram muito tempo… Prezo demais a qualidade. Por isso mesmo, boa parte de minhas roupas são desenhadas por mim e costuradas do jeitinho que eu pensei.
Na Giorgio tinha umas pecinhas bonitinhas mas nada daquele sentimento louco, tocante. E a moda atual não me ajuda pois não sou fa de estampas… Raramente uso alguma. Gosto do liso, pronto. Sou alérgica a renda. E detalhes fazem, definitivamente a diferença. Tudo discreto, classico mas com aquele detalhe…
Na 2 Tempos, apesar da vendedora atenciosa que entendeu minha preferência por olhar as peças com calma e tranquilidade e sozinha, eu estava desistindo quando meus olhinhos brilham diante da última peça da loja… A derradeira… Escondidinha… Um vestido tomara que caia com faixa. Café. Lindo. Tecido molengo, daquele que não marca. Soltinho sem te deixar parecendo um saco de batatas…
Eu precisava experimentar! Fui me consolando: eu tenho corpo violão, seios grandes, cintura fina, quadril largo. Assim, a maior parte dos vestidos ou acabam com o trunfo da cinturinha, ou são apertadésimos! Sempre faço isso para evitar a decepção (infelizmente comum), de descobrir que o vestido dos sonhos ficou horrível quando você vestiu.
Mas esse atendeu todas as expectativas e fez mais! O caimento perfeito. O acabamento impecável. Aquela faixa que me deixa brincar com o modelo do vestido. Aquilo é fantástico! E o tecido? Suave, sedoso, delicado… Macio… O vestido dos meus sonhos… Com um preço meio salgadinho, mas nada que impossibilitasse. Tudo bem que tive que dar adeus ao sapatinho que eu paquerei… Mas o vestido estava com preço de R$179,00 (e a loja estava em liquidação total de 50%) então pensa no preço do vestido sem desconto!!!!! Affff…
Me armei com o cartão, recebi de brinde R$50,00 da Mama para ajudar (ela adorou o vestido e cabe nela também…) e fui…
Passa no crédito amore que eu não tenho um centavo na conta.
Quando ela me dá o recibo vejo que valor foi debitado errado. Ela passou R$ 89,50
Aviso ela e recebo uma notícia que me deixou com um sorriso a lá Smile até agora: o valor na etiqueta era do vestido mesmo, sem desconto…

Pensa em alguém que comemorou o vestido dos sonhos, e com um preço maravilhosamente baixo…

Adoro Liquidação!

O Bom Dia…

Ralmente hoje é um dia e tanto!
Não aconteceu nada de extraordinário.
Não vi meu futuro.
Não dancei com estrelas.
Não sonhei com sonhos reais.
Não nadei.
Alias…
Não fiz nada além de curtir esse dia…
Além de curtir a mim mesma.
E que saber?
Está sendo um dia extraordinário!

Anjos de Resgate – Tua Familia

Percebe e entende que os melhores amigos
São aqueles que estão
Em casa esperando por ti
Acredita nos momentos mais difíceis da vida
Eles sempre estarão por perto
Pois só sabem te amar

E se por acaso a dor chegar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar

Tua família volta pra ela
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar

Tua família!

Às vezes muitas pedras
Surgem pelo caminho
Mas em casa alguém feliz
Te espera pra te amar
Não não deixe que a fraqueza
Tire a tua visão
Que um desejo engane
O teu coração
Só Deus não é ilusão

E se por acaso a dor chegar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar

Tua família volta pra ela
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar

Tua família!

Garou – L’aveu

Dans les profondeurs de mes yeux
Entre l’amertume et la mer
Subsiste le coeur de nous deux

Plus je m’enfonce dans l’oubli
Plus nos souvenirs m’ensorcèlent
Plus je m’éloigne de ta chair
Plus je retourne à ses rivière
Plus je refuse ton pardon
Et plus j’obéis à ton nom
Dans les profondeurs de mes yeux
Subsiste le coeur de l’aveu

{Refrain:}
L’aveu de l’amour
Le plaisir inhumain
L’aveu de l’amour
Le désir assassin
L’aveu de l’amour
C’est l’encre de mes veines
Le sang que je délivre
Lorsque j’écris je t’aime
Au grand jour de mes livres

Dans les profondeurs de mes nuits
Caché sous les draps du secret
S’élèvent nos corps alanguis

Plus je m’éloigne dans l’absence
Plus je dis non à tes appels
Plus notre passion m’est fidèle
Et plus notre histoire recommence

Violência X Paz: Responsabilidade de quem?

Violência X Paz: Responsabilidade de quem?

Por June Alves de Arruda

A violência se torna a cada dia, mais e mais assustadora. Muito é falado, estudado, pesquisado, mas, infelizmente, pouco é feito. A televisão está cheia dela. Os filmes também. As novelas e os jornais então jorram violência. Todos se perguntam de quem é a culpa. Ah, a velha sede por culpados que habita o ser humano. Ela, que nos leva a ter sede de presídios, penas, leis. O problema é: realmente devemos procurar culpados, ou devemos tomar atitudes para que isso não mais se repita?

Vale lembrar que ao achar o culpado nossa tendência é lavar as mãos. Mas e quando o culpado é um ser que só existe pelo conjunto de outros seres? O que fazer quando o culpado é a sociedade? Jogar para o governo? Mas que faremos se somos o governo? Democracia dá nisso. Tornamos-nos um formado por muitos. Diferentes, únicos, indiretamente responsáveis, mas não menos responsáveis por isso.

Também há a questão de que culpa pressupõe que uma regra foi infringida e a pena por essa infração deve ser aplicada ao culpado que se livrará da culpa ao término da pena. Já a responsabilidade pressupõe que o responsável deve tomar todas as atitudes necessárias para mudar tudo que estiver ruim por sua responsabilidade. E a realidade é que a culpa não muda ninguém, não muda nada. Mas a responsabilidade não só muda as pessoas como muda o mundo.

E já passou, e muito, da hora de todos nós começarmos a tomar nossa parcela de responsabilidade e começar a mudar o cenário que se desenvolve e agrava diante de nós enquanto permanecemos inertes. Para mudar esse cenário basta que passemos a refletir sobre nossas ações, atitudes. Quando isso estiver sendo feito nossas crianças deixarão de aprender que a violência é algo legal, pois somente ela aparece nos telejornais, é através dela que os heróis dos filmes conseguem derrotar o inimigo e dar um final feliz a história. É com ela, a violência, que os pais educam seus filhos, agredindo-os físico e verbalmente. A violência há muito deixou de ser uma coisa negativa. A dura realidade é que nós a aceitamos, nos utilizamos dela para defender nossos interesses egoístas e só existe um momento em que a criticamos, quando ela é utilizada contra nós mesmos.

É claro que o ser humano é hoje muito mais pacífico que outrora, mas é tempo de refletirmos se já somos pacíficos o suficiente ou se ainda falta muito para evoluir.

Tome atitudes de paz…

Não grite, gritar é uma agressão aos ouvidos, é algo fazemos quando nossos corações estão tão afastados que gritamos achando que isso os aproximará.

Fale calmamente, ao baixarmos o tom de nossa voz, obrigamos aquele com que conversamos a prestar mais atenção em nós.

Se não der certo, silencie, aquele com quem você fala ainda não está pronto para a conversa, e talvez você também não esteja.

Não acuse. Acusar é agredir a moral das pessoas. Ao identificar um defeito, avise a existência dele, não com acusações mas com exemplos de como superá-lo.

Aceite as diferenças. Ninguém é obrigado a compreender o que acontece com você, pois ninguém pode. Mas todos podemos aceitar o momento do outro e respeitá-lo, ainda que não consigamos compreender.

E nunca, jamais, agrida fisicamente alguém. Não de tapas (ainda que diga ser carinho, tapa nunca foi carinho e não começará a ser agora). Não belisque, não empurre, não bata. Essa atitude além de revelar explicitamente quão desequilibrado você se encontra, ainda retiram de você toda e qualquer razão que você tinha, ou achava que tinha.

Para vencer a violência não basta apenas declará-la ou observá-la. É necessário tomar atitudes de neutralização. Como um ácido que só pára de corroer quando neutralizado a violência também precisa de um agente neutralizador. E para neutralizar a violência precisamos, necessitamos ser pacíficos. Precisamos dar carinho, atenção, auxilio. Precisamos agir. Pois diz o ditado “Quem cala, consente”. E que consente também é responsável.

Vamos nos unir, realizar nossa corrente do bem. Para mudar o mundo só precisamos começar a mudarmos nós mesmos.

Lembre-se de quantas pessoas cruzaram seu caminho ontem. Lembre dos dias anteriores. Saiba que em cada uma você deixou uma marca, uma impressão. Uma influencia. Agora pense no futuro. Pense em que marca deseja deixar nas pessoas. Que influencia.

Assista ao filmes como Corrente do Bem, Crash: No Limite, A espera de um Milagre. Reflita sobre eles. E comece a mudar o mundo.

Depende só de você!

Eu não queria mesmo…

“Uma Raposa, morta de fome, viu alguns cachos
de Uvas negras e maduras, penduradas nas grades
de uma viçosa videira.
Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para
alcançá-las, mas acabou se cansando em vão, pois
nada conseguiu.
Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a
si mesma, meio desapontada disse:
Olhando com mais atenção, percebo agora que as
Uvas
estão estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. “


Um cara, sem auto-estima elevada, viu uma garota morena e madura, listada nas visitas ao seu Orkut.
Ele então a conheceu, ficou com ela algumas vezes, usou todos os seus dotes e artifícios para conquistá-la, mas tudo acabou sendo em vão, pois nada conseguiu.
Por fim, levou um pé na bunda e foi embora, e consolando a si mesmo, meio desapontado, disse a ela:
– Tudo bem, eu não estava apaixonado por você mesmo.