Eti-quê?


Eti-quê?!

A Etiqueta moderna, adaptada ao século XXI, nada tem de parecida com a antiga etiqueta, de regras rígidas de comportamento. Hoje, a palavra refere-se muito mais à qualidade do relacionamento entre as pessoas.

Na prática, funciona como um código de comportamento globalizado.

Hoje, com toda a sorte de facilidades tecnológicas ao nosso alcance, a comunicação nunca foi tão fácil: povos de diferentes culturas, profissões, idades e interesses conectam-se com uma eficiência impressionante.

No entanto, essa facilidade de comunicação sem precisar sair da sala causou um efeito contrário na comunicação “pessoal”, ao vivo: quando precisam participar de reuniões, um evento de negócios, um casamento ou até um simples encontro entre homem e mulher, as pessoas literalmente “perderam a prática” de como se faz.

A arte do convívio era dominada pela geração dos nossos avós, justamente pelo fato de que, na falta de telefones e e-mails, as pessoas acabavam se visitando com muita freqüência. E sabiam conversar. Coisa que hoje – por incrível que pareça – pode não ser mais tão fácil para os mais jovens.

Para isso serve a Etiqueta moderna: ela funciona como uma linguagem comum a todos os povos. É um conjunto de gestos e atitudes, identificável mesmo entre pessoas de países e interesses diferentes que facilitam e permitem uma comunicação mais fácil, segura e eficiente. Seja pessoalmente ou via Internet. “Netiqueta” já é uma realidade.

A Etiqueta ao contrário do que se imagina, não é um conjunto de normas rígidas e sem sentido. Ela facilita a vida, na medida que é sempre baseada em princípios como:
– bom senso
– naturalidade
– afetividade

Bom senso – todos temos e ele dificilmente nos falha. Devemos aprender a confiar mais em nosso bom senso.

Naturalidade – se a situação for muito nova ou desconhecida, se algo lhe parecer fora de contexto, não hesite em perguntar, tirar sua dúvida mesmo. Em geral, as pessoas tem um enorme prazer em ajudar e ninguém é obrigado a conhecer tudo sobre todas as coisas o tempo todo.

Afetividade – é preciso incorporar a atenção ao bem estar das outras pessoas. Desta forma não há como errar. No sentido de perceber se a outra pessoa estar confortável, sendo bem atendida ou recebendo atenção. Esse tipo de gentileza em um mundo onde a pressa e eficiência dominam a cena pode ser preciosa e muito notada.

Deste modo não há como falhar? – as chances diminuem sensivelmente. É claro que algumas situações pedem um comportamento mais específico, e há momentos em que faz-se necessário prestar mais atenção, estar mais alerta para não pisar na bola e cometer uma gafe.

Qual a utilidade prática da etiqueta? – Hoje ela é o diferencial para qualquer ambiente: social ou profissional. No social, porque, alguém que cultive qualidades como cortesia, atenção e percepção torna-se muito mais atraente para se conviver.
No plano profissional – não basta ser um craque em determinada área. Hoje, esse é o requisito básico, o mínimo esperado de qualquer profissional. O que vai diferenciar dois craques na mesma área será justamente essa qualidade de transitar com elegância em qualquer ambiente, e se relacionar com pessoas independente da hierarquia, dominando os diferentes códigos culturais e atravessando fronteiras.

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