Arquivo | maio 2007

Os Melhores do Mundo

Artigo de Daniel Cariello:

“A primeira vez que vi Welder Rodrigues e Ricardo Pipo foi em 1991, no Jogo de Cena, um evento antes quinzenal e agora mensal que mistura um pouco de tudo que existe em arte: teatro, música, dança, poesia, pintura e muito improviso. Mais conhecidos apenas como Welder e Pipo (assim mesmo, escrito nessa ordem), eles apresentavam um esquete do espetáculo de comédia besteirol A culpa é da mãe. Nunca vou me esquecer do Welder saltando como uma rã por todo o palco, enquanto Pipo cantava Sapo Cururu.

Foi um sucesso. E o elenco, que contava ainda com as irmãs Madelene e Madelon Cabral, Rudney Silveira e Adriana Nunes, aproveitou o nome do espetáculo para batizar a nova companhia teatral. Nascia ali A culpa é da mãe. Se não o primeiro, certamente o mais famoso grupo de teatro a surgir em Brasília. Que além da peça de estréia ainda protagonizou, entre outros, É a cara do pai, Romeu e Julieta e Hamlet.

“Hamlet foi a nossa única peça que não era comédia”, diz Pipo. “Mas a platéia riu assim mesmo. Eu interpretava a Ofélia e Welder se desdobrava em vários personagens, que é o que ele mais gosta, ser uma espécie de coringa.”

Mas nem no mundo do humor tudo é riso. E por problemas com o produtor o grupo precisou mudar de nome. Pipo explica melhor: “Um belo dia achamos que era hora de viajar pelo Brasil. Como nosso produtor escorregou no quiabo, abrimos mão dele, do nome do grupo e de nossas vidas regressas e rumamos para o Rio de Janeiro”.

De Brasília para o mundo

Já famosos em Brasília mas ainda ilustres desconhecidos em outras terras, partiram para a escolha de um novo nome que os apresentasse bem. Entre várias opções, optaram por Cia de Comédia Os Melhores do Mundo. “Achamos que uma forma de o brasileiro estar na mídia é sendo melhor do mundo em alguma coisa. O Paulo Autran deu mole, pegamos o título pra gente. Agora já era! Melhores no mundo do Teatro somos nós”, esclarece Pipo. “Nossas mães agradeceram horrores”.

O ano era 1995. E com novo nome veio a nova formação. Agora, além dos remanescentes originais Welder, Pipo e Adriana Nunes, passaram a fazer parte Adriano Siri, Victor Leal e Jovane Nunes. Assim, desembarcaram no Rio, no histórico Teatro Ipanema, por onde passaram grupos como Asdrúbal Trouxe o Trombone e a Banda Blitz. A temporada não foi das mais bem sucedidas. Em um janeiro escaldante, subiam no palco pontualmente às 20h, quando no horário de verão as praias ainda estão cheias.

Mas eles estavam mesmo determinados a fazer jus à nova alcunha. Decididos a expandir ainda mais suas fronteiras, apresentaram-se em várias cidades, como São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia e Ribeirão Preto. Por fim, acabaram aportando mais uma vez no Rio. Dessa vez com contrato com a Rede Globo. Pipo tem várias lembranças da época: “Fizemos o Linha Direta. Eu era a cara do assassino e o porteiro do meu prédio no Leblon ficava olhando torto pra mim com aquele olhar de ´já vi esse bandido no Datena´”.

“E fizemos também um quadro no Domingão do Faustão, uma verdadeira gincana que batizamos de Teatro Com Obstáculo. No caso, o obstáculo era o próprio Faustão”, ri. “Foram seis domingos ao vivo, tentando reproduzir um texto que sofria de restrições jurídicas, com razão, por parte da emissora. E ele ficava interrompendo nas únicas piadas possíveis. Foi uma experiência e tanto. Só não foi melhor porque não repercutiu em nada na bilheteria, que era o que esperávamos conseguir. Alcançamos audiência por cinco domingos. No dia em que perdemos no Ibope para o Domingo (i)Legal fomos levados até a saída, obrigado”.

Trabalho duro

Apesar de todas as dificuldades, Os Melhores do Mundo não se cansam de colher os louros. Já são 10 anos de fundação do grupo e mais de 30 peças representadas para milhares de espectadores. Só Sexo, o maior sucesso, teve mais de 400 mil pagantes. Além disso, Welder e Pipo agora são os apresentadores oficiais do Jogo de Cena. É trabalho à beça.

Pipo, claro, tem um comentário engraçado a respeito. “Estamos em cartaz em todos os finais de semana do ano, de quarta a domingo, às vezes com duas sessões por dia. Só paramos no Natal e Ano Novo. Em um ano, trabalhamos muito mais do que a Câmara Legislativa de Brasília em toda sua existência. Mas essa é uma comparação covarde”.

Continuando com o plano de conquistar o planeta, os Melhores do Mundo agora se aventuram em outras áreas. No último Festival de Cinema de Brasília apresentaram À espera da morte. A primeira incursão cinematográfica do grupo tem a participação de Chico Anysio e conta a história de um submarino russo que afunda. Aos tripulantes nada mais resta do que esperar a fatídica hora chegar. A produção dividiu a opinião da platéia, mas tem o mérito de ser possivelmente o primeiro filme brasileiro inteiramente falado na língua de Boris Iéltsin. Com legendas, é claro. E em 2006 lançam o primeiro DVD, com uma versão do espetáculo Hermanoteu na Terra de Godah.

No meio de tantos trabalhos, pergunto a Pipo o que mais gostou de fazer em todos esses anos. A resposta é rápida. E bem humorada: “Gosto do conjunto da obra. Até porque temos apenas seis personagens, quatro vozes, oito perucas e três piadas, que se revezam em trinta espetáculos. O dia em que perceberem isso estamos perdidos!”

Abaixo um pouco de boas risadas para vocês!!!!
^_^

Joseph Climber no Jô
Joseph Climber no Zorra Total
Assalto no Jô
Futebol no Jô
Be & Thoven no Jô (1 de 3)
Be & Thoven no Jô (2 de 3)
Be & Thoven no Jô (3 de 3)

O Direito ao Foda-se!

Estava euzinha, linda porém muito cansada de ser boazinha, certinha, delicada, gentil, etc. E para que? Para, literalmente, me ferrar! E no meio da crise repleta de irritação, frustação e ódio pela minha babaquice completa, o que eu encontro?
O velho Manifesto do Direito ao Foda-se! O qual eu desconheço o autor, mas parabenizo pela inspiração!
E com um link para essa apresentação que se não me inspirou a fazer o mesmo, serviu para me relaxar, divertir, e sim, pensar a respeito…
Talvez eu esteja no momento de modificar determinados aspectos do meu jeitinho…

“Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua.

“Pra caralho”, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “Pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do “Pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “Nem fodendo!”. O “Não, não e não”! E tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade ”Não, absolutamente não!” O substituem. O “Nem fodendo” é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo “Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!”. O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um “é PhD porra nenhuma!”, ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”. O “porranenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e, mais recentemente, o “prepone” – presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um “Puta-que-pariu!”, ou seu correlato “Puta-que-o-pariu!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba…Diante de uma notícia irritante qualquer um “puta-que-o-pariu!” dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no cu!”? E sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai tomar no olho do seu cu!”. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu cu!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fodeu!”. E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!”. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? “Fodeu de vez!”.

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do ”foda-se!”? O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.”. Não quer sair comigo? Então foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!”.

O direito ao ”foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Liberdade, igualdade, fraternidade e FODA-SE.

Link para o vídeo “Vai tomar no cú”. Assista, inspire-se e relaxe…

Fraseologia


“Geralmente evito tentações, a não ser que eu não possa resistir.”
“Para as mulheres, o amor é uma ocupação. Para os homens, uma preocupação.”
“Para ser feliz com um homem você deve entendê-lo um bocado e amá-lo um pouco. Para ser feliz com uma mulher você deve amá-la um bocado e não tentar entendê-la.”
“Nunca pergunte a um homem por onde ele andou. Se não estava fazendo nada errado, não precisa de álibi. E, se estava, a culpa é sua, minha filha.”
“Uma mulher só precisa de quatro animais na vida: uma raposa no armário, um tigre na cama, um Jaguar na garagem e um burro para pagar por tudo isso.”
“O casamento é uma grande instituição, mas eu não estou preparada para as instituições.”
“Quando sou boa, sou muito boa, mas quando sou má, sou melhor ainda.”
“Errar é humano, mas faz você se sentir divino.”
“Tenha um namorado para um dia chuvoso – e outro, caso não chova.”
“Querido, você está com uma lanterna no bolso, ou isso é uma declaração de amor?” (De Mae West ao homem com quem dançava)
“Para quê casar e fazer um homem infeliz quando se pode fazer feliz a muitos?”
“Entre dois males, escolho sempre o que nunca experimentei.”
O importante não são os homens de minha vida, mas sim a vida que há nos meus homens.”
“Sempre foi na cama que dei o melhor de mim.”
“Sexo quando é bem feito é ótimo, mas quando é malfeito também é muito bom.”
“Quem diz que dinheiro não compra felicidade é porque não sabe fazer compras.”
“Nunca amei ninguém com a intensidade com que amei a mim mesma”.

Frases colhidas na Web

Obra de Arte…

Frutin de Sal’Ade. Homologias. Languedoc. 2007

Ao longo dos séculos o corpo feminino foi visto como algo odioso. Na Idade Média, a Igreja Católica exercia pavor sobre as mulheres associando suas formas ao pecado e culpando-as, no papel de Eva, pelas mazelas mundiais. Elas eram o segundo sexo e até os hábitos de higiene eram recriminados, quase pecaminosos. Afinal, o segundo sexo era impuro demais para ser tocado, que dirá limpo. Desse contexto repressor aos dias atuais, onde dicas de masturbação estampam capas de revista, muitas águas rolaram.
Na transição dos anos 60 para os 70, feministas radicais, mulheres emancipadas proclamavam sua independência sexual e acusavam os homens de desconhecerem o corpo e a sexualidade femininos e de estarem preocupados apenas com a própria satisfação. Três décadas depois, trazemos de volta essa questão, mas partindo de uma outra perspectiva: antes de cobrar que os homens conheçam o magnífico clitóris e periféricos e se preocupem com o prazer das parceiras, será que as mulheres, elas próprias, conhecem seu corpo?
Mas a realização sexual é só um dos aspectos positivos do auto-conhecimento. Ainda no campo físico, conhecer o próprio corpo ajuda a cuidar melhor da higiene pessoal, prevernir-se de doenças e reconhecer anormalidades. Tudo isso contando pontos para a saúde da mulher.
E, por último, mas não menos importante, a mulher que se conhece, se admira, se gosta mais, aprimora a auto-estima. Longe do culto às formas perfeitas e próximo às formas femininas, ao apego ao traço curvilíneo que desenha um corpo de mulher.

Beijos a todos!

Especial Beijos 3


Tipos de Beijos…

  • Beijo de Tia: Aquele em que só as bochechas se encostam, e a boca beija o nada.
  • Beijo Francês: Os amantes colam os lábios nas bochechas um do outro e fazem um movimento circular com a língua. Conhecido como “beijo de língua”;
  • Beijo Chinês: Conhecido também como “beijo estalado”. Cola-se os lábios e o nariz na bochecha do parceiro, aspira-se o seu perfume e, em seguida, estala-se a boca em um beijo sonoro;
  • Beijo Japonês: Dado pelo homem na nuca da gueixa;
  • Beijo Italiano: É o nosso famoso beijo de língua. Antigamente era só o homem que podia colocar a língua na boca da mulher. Hoje já está tudo liberado;
  • Beijo Experimental: Este é do Kama Sutra. A mulher deve tapar os olhos do homem e colar a boca em seu lábio superior, realizando, com a língua, movimentos rotatórios;
  • Beijo de Esquimó: O casal esfrega seus narizes simultaneamente, da esquerda para a direita;
  • Beijo de Amigos: Conhecido como selinho. Consiste em apenas se fazer biquinho e um estalo com os lábios;
  • Beijo Sangria: De origem hindu, ativa a circulação do sangue e desperta certos pontos sensíveis. É uma delicada chupada nos lábios;
  • Beijo Oceânico: Comum em tribos da África e Oceania. Um cobre o nariz do outro com os lábios;
  • Beijo Balinês: A mulher encosta os lábios no rosto do homem, sentindo assim a sua temperatura. O homem retribui, encostando seu rosto no dela, sentindo, assim, seu odor;
  • Beijo Musical: Beijinho hippie. Os lábios não se tocam, o homem sopra na boca da mulher com cuidado. Ela controla o som abrindo e fechando a boca;
  • Beijo Giratório: É o beijo que combate a falta de ar que o beijo italiano provoca. Inclinando a cabeça da direita para a esquerda, assim dá tempo de respirar. Esse beijo ainda é mais ardente do que os outros;
  • Beijo de Beber: Os amantes dão de beber um ao outro usando a boca. É um costume romano e fica mais gostoso se for com champanhe ou vinho;
  • Beijinho de Borboleta: Encostam-se olho e bochecha. Acaricia-se o rosto do parceiro com os cílios;
  • Beijinho de Lagartixa: É só passar a língua nos olhos de alguém;
  • Beijinho Cachorrinho: É quando se dá uma lambidinha no focinho (nariz!) do parceiro.

Especial Beijos 2


Fatos sobre Beijos…

  • Quando beijam, 97% das mulheres fecham os olhos. Apenas 30% dos homens fazem o mesmo.
  • Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (12 dos lábios e 17 da língua).
  • Uma pessoa troca, em média, 24 mil beijos (de todos os tipos, dos maternais aos apaixonados e até os roubados) ao longo de sua vida.
  • Um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por 3 dias.
  • As batidas do coração sobem, em média, de 70 para 150 vezes por minuto durante o beijo. Isso força o coração a bombear 1 litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar.
  • Os beijoqueiros sofrem menos de doenças do aparelho circulatório, do estômago e da vesícula. Diminuem também os casos de insônia e de dores de cabeça.
  • Quando um dos namorados beija o pescoço do outro com mais força, provoca um aumento de pressão no local que pode romper os capilares (vasos bem frágeis). Forma-se uma mancha proveniente do sangue que escapou e ficou preso embaixo da pele. · Em cada beijo, os apaixonados trocam 9 mg de água, 0,7 g de albumina, 0,18 g de substâncias orgânicas, 0,711 mg de gorduras e 0,45 mg de sais.
  • O americano Alfred A. E. Wol estabeleceu o recorde mundial de beijos. Ele beijou 8.001 pessoas em oito horas.
  • O escultor francês Auguste Rodin, de tantos delírios amorosos que viveu com Camille Claudel, imortalizou o beijo em uma de suas mais famosas obras, “O Beijo”.
  • O final da Segunda Guerra Mundial foi anunciado em 1945. Na comemoração, um soldado beijou uma enfermeira no meio da rua. A foto, de Alfred Eisenstaedt, foi publicada na revista Life e depois rodou o mundo.
  • Se você pensa que, quando beija, só sua boca trabalha, está completamente por fora. Fique sabendo que todo o seu organismo entra em ação. Além dos seus cinco sentidos paladar, olfato, audição, visão e tato entrarem na jogada.
  • Os médicos e os psicólogos alemães concluíram que aqueles que beijam, faltam menos ao trabalho por motivo de doença do que aqueles que não beijam. Aqueles que beijam, também sofrem menos acidentes no trabalho, ganham 20 a 30 por cento a mais e vivem aproximadamente cinco anos a mais.
  • O Dr. Arthur Sazbo, um psicólogo alemão, diz que a razão desta ótima fortuna é a energia positiva que o beijo passa para aqueles que beijam no começo do dia. Conseqüentemente, se você quiser ter mais dias felizes, saudáveis, ser bem sucedido, e viver mais, você deve beijar o seu amor antes que você vá trabalhar, todos os dias.
  • Um beijo é geralmente a primeira vez que dois povos têm um contato próximo um com o outro. Uma fonte anônima no “Livro dos Beijos” por William Bastão descreve um beijo como algo que você não pode dar sem fazer exame, e não pode fazer exame sem dar. Uma outra fonte anônima diz que você não deve esperar para conhecer melhor alguém antes de beijá-la, você deve beijá-la primeiramente para depois então você conhecê-la melhor.
  • A beleza do beijo é que traduz cada língua e religião. Jr. de Vaughn Bryant, professor do departamento de antropologia no Texas A&M, dita que o primeiro beijo erótico foi trocado aproximadamente 1500 A.C. na Índia. Antes desse tempo não há nenhuma evidência (tabuletas de argila, pinturas da caverna ou registros escritos) que indique o histórico do beijo. Bryant disse também que o ato de friccionar e pressionar os narizes e a troca das línguas entre amantes, se popularizou aproximadamente em 1500 A.C.
  • Foram os Romanos que descobriram o beijo. Os Romanos beijavam-se cumprimentado uns aos outros, beijavam as vestes e os anéis de seus líderes e estátuas dos deuses mostrando sua submissão e respeito.
  • É um fato científico que beijar estimula nosso cérebro a produzir o oxytocin, um hormônio que nos dá aquela ótima sensação que sentimos ao beijar.
  • Sabe-se também que a química provocada faz com que um beijo alerte outro. Quando nós beijamos, os interiores de nossas bocas e as bordas de nossos lábios produzem uma substânciaquímica que aclama para mais beijos.
  • Um estudo em 1997 na universidade de Princeton concluiu que nossos cérebros estão equipados com os neurônios que nos ajudam a encontrar os lábios de nossos amantes no escuro. Não é nenhuma novidade que muitos casais apreciam se beijar em um teatro escuro.